• Jeisael
  • 10 de outubro de 2022

Servidores da Saúde do estado reclamam de atraso de salários

Os salários de setembro deveriam ter sido pagos até o quinto dia útil do mês de outubro, mas ninguém recebeu até agora

A reclamação é generalizada, tanto por parte dos servidores concursados, quanto dos trabalhadores contratados através de Oscips pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH, do Governo do Maranhão.

Os profissionais da Saúde Pública do Estado, que trabalham nos hospitais gerenciados pela EMSERH, como o HCI – Hospital de Clínicas Integradas, no bairro Bequimão, em São Luís, entraram em contato com nosso site para informar que muitos trabalhadores deixaram de comparecer aos seus postos de trabalho, causando dificuldades no atendimento a pacientes.

Algumas mensagens postagens mais agressivas nas redes sociais dizem que o governador usou o dinheiro a vontade na campanha, e, por isso, estaria faltando dinheiro para cumprir com alguns pagamentos, entre eles os salários da Saúde.

“Deveria ter vergonha e pagar quem realmente trabalha”

Reclama um servidor

“Engraçado que quando queriam votos pra eleger Brandão, convocaram todos os funcionários das unidades para votar nele, caso contrário era demissão. Aí tá a resposta, ainda vem mais coisa por ai!! Só aguardar”, reclama outro trabalhador.

Nas redes sociais da EMSERH os servidores estão usando os espaços de comentários para cobrar os salários atrasados. Alguns reclamantes falam até de férias atrasadas. teve até hashtag #mepagaemserh.

O Governo do Estado foi procurado para se manifestar sobre o assunto e dar uma previsão sobre a data de pagamentos dos salários, mas não respondeu.

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  • 9 de outubro de 2022

Ferry São Gabriel se choca com o ferry José Humberto na noite deste domingo (09)

Incidente entre as duas embarcações foi pequeno e não impediu que continuassem operação de viagens.

Era volta das 20:30h deste domingo (09), quando o ferry boat gigante São Gabriel estava saindo de Cujupe, no mesmo momento em que o ferry velho José Humberto estava chegando.

Ao realizar a manobra de ré para seguir viagem, o São Gabriel acabou se chocando de leve com o José Humberto. O relato foi feito ao nosso site por um passageiro embarcado no São Gabriel com destino à São Luís.

Segundo o passageiro, foi possível sentir o momento do choque, que, segundo ele, foi pequeno.

“Parece que uma embaraçarão esbarrou na outra. Aconteceu muito rápido, e o ferry seguiu viagem normalmente”, disse o usuário.

Não sabemos ainda como foi sentido o pequeno choque pelos passageiros da embarcação menor, o ferry José Humberto.

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  • 9 de outubro de 2022

Coluna de domingo 09/10

Tem Louro de papo cheio e candidato devedor; antes tinha cesta básica e agora acabou; tem político que era branco e agora virou negão; e o Caso Bosco não vai pra frente com a polícia de Brandão.

Recado aos navegantes

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Caso Bosco

E agora? Surgiu uma lista com nomes de políticos relacionados a quantias em dinheiro. Seria a contabilidade feita à mão pelo empresário assassinado no dia 19 de agosto, depois de uma reunião que tratava sobre propina na presença de Daniel Itapary Brandão, secretário de estado e sobrinho do governador. Os nomes na lista estão sendo investigados por jornalistas. Os documentos podem revelar um esquema envolvendo dinheiro público, e “empréstimos” que seriam pagos com dinheiro de propina.

Contabilidade de Bosco com nomes de políticos

Abafa o caso

Reeleito o governador Brandão, o Caso Bosco será varrido para debaixo do tapete. Há chances de que o assassino sequer pague cadeia pelo crime. Arquivo vivo, Gilbson Cutrim, sócio do Jornal Itaqui-Bacanga e assassino confesso de João Bosco, tem negócios com o governo e deve continuar faturando através da Secom para ficar de bico fechado.

Cadê o processo?

Alguns ainda insistem em dizer que tudo não passa de fake news. Coragem pra processar os jornalistas ninguém tem, né? Ora, quem é que aceitaria calado acusações tão graves sem reagir na Justiça? Cadê a indignação dos inocentes? Chama na Justiça, vai. Processa nóis.

Antes da eleição

Daniel andava cabisbaixo, preocupado com as implicações do Caso Bosco

Depois da Eleição

Oba! Titio ganhou. Agora tô protegido.

Federalização do caso

O delegado que preside o inquérito não levará a investigação na profundidade necessária. Sequer incluiu Daniel no inquérito. A cúpula de segurança do estado perdeu completamente as condições de moralidade e imparcialidade depois de participar ativamente da campanha do governador. Em razão disso, a bancada federal em Brasília dará entrada a um pedido de federalização do caso. Aí o Bicho vai pegar.

Puxou o cabo

Em entrevista ao vivo na CNN, com participação pela internet, justo na hora que o governador Brandão começou a falar alguma coisa fora do roteiro, o sinal da internet caiu. Fontes fidedignas disseram que foi Flávio Dino que puxou o cabo. Heheheh

Diferente

O governador eleito já deixou claro que não se comportará como seu antecessor quando o assunto é a relação com o futuro presidente. Brandão já avisou: se Lula perder a eleição, o governador vai em busca de parceria com Bolsonaro. Errado ele não tá.

Falando nisso

Vozes próximas aos Leões confidenciaram ao Cappêta que o governador eleito teme muito pela eleição de Lula à Presidência, e no fundo, no fundo, estaria mesmo torcendo pela reeleição de Bolsonaro. Brandão receia, disse a fonte, que, com Lula presidente, Flávio Dino se transforme em uma força monstruosa capaz de interferir no governo do estado a ponto de tirar a liberdade que Brandão tanto deseja, e use essa força para tentar tutelar o governador, e impor a “turma de Dino” nos espaços de governo.

Vão fritar o Camarão?

O colunaço teve informações de que até o vice-governador eleito Felipe Camarão pode ser fritado pelo núcleo duro do governo Brandão, pela mesma razão. Felipe é da “turma de Dino”. O petista, que já foi democrata, diferentemente do que ocorreu no governo Dino, parece que não terá espaços de poder no governo Brandão.
Será que é por isso que Camarão já anunciou seu retorno à UFMA, onde é professor?

Camarão no cardápio

Se isso vier a acontecer, Brandão cometerá uma grande injustiça com seu vice, que se não estivesse no cardápio da eleição, Brandão não teria a força que teve para vencer. Mais conhecido do que o governador, jovem, simpático e articulado, Camarão foi um ingrediente fundamental na receita da vitória, além de ser um quadro importante em qualquer área do governo.

Acabou

• Cadê as entregas de cestas básicas?

• Cadê o caminhão do peixe?

• Cadê o asfalto?

• Cadê o salário do pessoal que trabalha na saúde pela EMSERH?

• Cadê o mocotó no restaurante popular?

• Cadê o café da manhã no restaurante popular?

• Cadê o dinheiro da Uema e da UemaSul?

Acabou a eleição, acabou a farra

Sem salário

Enquanto Brandão comemora a vitória com champanhe e caviar, milhares de trabalhadores da Saúde estão sem salários nem pra fazer as compras do mês. O salário de setembro não caiu na conta dos contratados das Oscips que prestam serviços nos hospitais, por exemplo, e tem gente que ficou até sem as férias.

Sem verba

E o ensino superior do estado teve corte de verba de mais de R$ 23 milhões, publicado no Diário 2 dias após a eleição. Carlos Brandão tirou esses milhões da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA e da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL. Até agora não vi ninguém ligado ao governo reclamando, assim como fazem quando é Bolsonaro que tira verba da educação.

Quebrou o estado?

Como se vê, o povo maranhense começou mais cedo do que se imaginava a pagar o preço da campanha de Carlos Brandão, regada ao uso ostensivo, descarado e sem vergonha da máquina pública. Segundo Simplício Araújo denunciou, o na época vice- governador Brandão bradou que podia era quebrar o estado, mas na hora que sentasse na cadeira de governador se reelegia. Promessa ou ameaça? Cumpriu?

Louro de papo cheio

Non te disse? De grão em grão o papagaio enche o papo. Mais um Pequeno contrato de R$ 4.000,00 (quatro mil reais) com dispensa de licitação publicado no Diário da última quinta-feira (06) beneficiando um jornal que já nem circula mais, mas tem um louro treinado para rugir igual leão. Eita que o Cappêta tá doido pra saber dessa farra de venda de assinatura eletrônica de jornal pra órgão público. Toda semana tem um novo. O Louro tá pra espocar o papo. Urupaco

Me paga, sacana

Quem é o candidato que terminou a campanha devendo um mundo de gente? Tá certo que o cabra não recebeu um tostão do fundo eleitoral. Mas se fosse pra acabar a campanha devendo o zôto, melhor que tivesse pego dinheiro do fundão, pelo menos pra honrar seus compromissos de campanha. Aliás, fama de mal pagador ele tem faz tempo. Tá escrito na Rocha: devo não pago, nego enquanto puder.

Passando a sacolinha

E quem é o candidato petista que terminou a campanha devendo e tá pedindo um pix pros amigos pra poder honrar os compromissos? Coitado do rapaz. Só porque tava apoiando “meu preto” pra governador o partido deixou ele urrando. Enquanto outra candidata companheira de partido que tava com o “tampão” recebeu todo apoio financeiro. Aí, meu São Paulo! Que romaria grande pra pagar as contas.

Briga de foice…

Com a reeleição de Brandão, pelo menos 4 nomes do grupo político ligado ao governador podem se animar para disputar a eleição de prefeito em 2024 contra Eduardo Braide. Duarte Jr. jura que tem prioridade na fila, mas é quem menos goza de preferência do grupo. Felipe Camarão pode ser que queira trocar a casa da vice-governadoria lá no Turu pra ficar mais pertinho de Brandão no Palácio ao lado. Mas, o palácio que ele sonha mesmo é o leonino.

…e martelo

Quem deseja bater o martelo sobre uma possível candidatura a prefeito da capital, a depender da vitória de Lula presidente, é o comunista Márcio Jerry. E tem outro nome que pode vir com a força do Mjölnir contra o escudo do capitão américa de araque do Maranhão e conseguir a Victoria de ser o candidato do grupo. Seria uma martelada ou uma Paulada nos planos do garoto Procon.

Precisa explicar?

Tá bom. Pra quem não é nerd e tá lendo a coluna, Mjölnir é aquele martelo do Thor. Poxa, tu não sabe nem quem é o Thor? Ahhh, paciência, né? E a pronúncia certa é miolnir. Repeat, please: mi-ol-nir. Afff

Mjölnir

Só negão!

Boatos de que um grupo de deputados federais (re)eleitos nas eleições deste ano já prepara uma arte para mencionar o Dia da Consciência Negra. O Cappêta conseguiu com exclusividade uma prévia:

Precisa explicar de novo?

Dos 18 deputados(as) federais eleitos, 11 se autodeclaram pardos ou pretos. De acordo do o IBGE e o Estatuto da Igualdade Racial, pardos e pretos são negros. Portanto, assim entende a Justica Eleitoral que essas são candidaturas negras. É cada negão, que eu vou te contar.

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  • 8 de outubro de 2022

Caso Bosco pode revelar esquema de distribuição de dinheiro suspeito a vários políticos

O grupo de jornalistas que investiga o caso chegou a uma espécie de contabilidade com a destinação de altas quantias a vários políticos

Até agora, o assassinato do empresário João Bosco é tratado pela Polícia como se fosse um crime comum, decorrente de uma cobrança de dívida.

No entanto, na mesa de negociação e intermediação do percentual de propina sobre um pagamento oriundo da Secretaria de Estado da Educação estavam um vereador e um secretário de governo, além de vítima e assassino. E o delegado demonstra agir no inquérito para proteger o secretário de estado, em razão de parentesco com o governador.

Um consórcio de jornalistas independentes tem revelado uma teia de relações políticas que, agora se sabe, para além dos personagens sentados à mesa no dia crime.

Tivemos acesso a anotações feitas à mão que podem revelar um esquema de distribuição de dinheiro com origem duvidosa, tal qual o tipo de pagamento de propina discutido antes do assassinato de Bosco, no dia 19 de agosto de 2022.

Contabilidade à mão

Em depoimento, o assassino Gilbson Cutrim contou à polícia que teria sido procurado por um tal de Jean para intermediar o recebimento de um pagamento de 2014 da SH Vigilância por serviços prestados ao governo. No entanto, a verdade pode ser outra.

De acordo com as informações obtidas pelos jornalistas que investigam o caso, Gilbson César Cutrim, sócio do jornal Itaqui-Bacanga, já teria relações com o governo muito antes do Caso Bosco, e operava como lobbysta para intermediar “coisas” dentro da administração estadual.

Com a ascensão de Carlos Brandão ao cargo de governador em abril de 2022, Gilbson passou a ser mais atuante, inclusive sob tutela de um membro do alto escalão do governo que tem relações com a família do assassino de longas datas.

Gilbson Cutrim, na verdade, foi procurado por alguém de dentro do executivo estadual e orientado a fazer contato com empresas que teriam dinheiro a receber de “restos a pagar” e com chance quase zero de ser pago. Assim, o lobbysta teria feito contato, por exemplo, com a SH Vigilância e acertado um percentual de propina com a empresa para que o dinheiro fosse liberado.

Muitos políticos estariam mordiscando pequenas ou grandes fatias de dinheiro com origem suspeita, talvez de esquema dessa natureza, e a contabilidade era feita à mão.

A cada recebimento, uma folhinha com anotações contendo nome e quantia a ser destinada. A lista tem nomes de políticos conhecidos e outros nomes que os jornalistas ainda estão investigando para saber de quem se trata.

Um fato curioso é quequando falou pela primeira sobre o caso, o próprio governador Carlos Brandão revelou que 90 empresas estavam na mesma situação da SH Vigilância e 70 já haviam recebido dinheiro do governo. Assim como também é importante salientar que foi o sobrinho do governador, Daniel Itapary Brandão quem fez contato com Gilbson, conforme depoimento.

À polícia cabe a responsabilidade de aprofundar as investigações em torno do assassinato de João Bosco, e averiguar se, assim como no caso da SH Vigilância, as outras 69 empresas, que receberam dinheiro do governo na mesma situação, também precisaram pagar propina.

À polícia cabe também investigar se os documentos obtidos pelos jornalistas que mostram distribuição de dinheiro à políticos têm relação com essa possível teia de corrupção dentro do governo do estado.

Colocaremos à disposição da Polícia e/ou da Justiça os documentos e informações obtidas, para que sejam periciados. No entanto, o comportamento da Polícia frente ao caso denota total falta de credibilidade para investigar os fatos haja vista o envolvimento político da cúpula da Segurança do Estado com o governador na Campanha Eleitoral.

Policiais olham imagens das câmeras no dia do crime

Quando houver federalização do caso, e a polícia local não mais estiver à frente das investigações, os jornalistas poderão repassar tudo que já foi apurado à nova equipe de investigação.

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  • 7 de outubro de 2022

Publicitário Maikel Mondego é um talento revelado nas últimas campanhas eleitorais

Fundador da agência de publicidade MSM Comunicação, profissional esteve à frente da coordenação de campanha a governador de Lahésio Bonfim

Num mercado habituado a contratar profissionais de outros estados e até de fora do país para atuar em campanhas eleitorais, o empresário e publicitário Maikel Mondego faz parte de uma nova safra de profissionais no Maranhão com capacidade suficiente para fazer frente a qualquer grande nome importado a peso de ouro.

Acostumado a atender o mercado publicitário, o portfólio da MSM inclui clientes do Maranhão, Piauí, Ceará, Sergipe, Amapá, Pará, Tocantins, Roraima e até São Paulo. Mas a experiência em campanhas eleitorais começou com a realização de pesquisas, com o instituto Três Pesquisas, fundado em 2012, do qual é sócio.

Criado com a finalidade de realizar pesquisas de mercado e opinião pública, o instituto cravou o resultado das eleições de 2020 em São Luís.

Naquele ano, uma das empresas de Maikel, a Sotaque Filmes, experimentou uma empreitada maior em uma campanha eleitoral majoritária de capital, produzindo o material de mídia do candidato Duarte Jr.

Acostumado apenas a pequenas produções durante os períodos eleitorais, a campanha de 2020 significou um salto no mercado para Maikel Mondego e sua empresa.

Já neste ano de 2022, o orgulho do empresário e publicitário foi assumir a coordenação de campanha do candidato do PSC ao governo do estado, Lahésio Bonfim, tendo como resultado o 2º lugar, e quase uma ida ao segundo turno. Com pouco tempo de TV, é opinião comum que Bonfim teve uma campanha superior aos adversários fora das mídias tradicionais, como em redes sociais e aplicativos de mensagens.

Isso muito se deve ao fato da visão de mundo de quem estava por trás da estratégia. A juventude nesse quesito faz toda diferença. Pois esse é um ambiente mais hostil para os profissionais acostumados ao jeito tradicional de fazer campanha, que está se mostrando cada vez mais obsoleto.

O futuro desta área pertence à gente como Maikel Mondego, que é um daqueles caras jovens apaixonados pelo que faz, empreendedor do tipo que não tem medo de ousar, encarar dificuldades e desafios. Por isso, já desponta como um promissor publicitário de grandes campanhas eleitorais no Maranhão.

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  • 7 de outubro de 2022

Brandão e Bolsonaro tiram dinheiro de universidades

Presidente cortou alguns bilhões de verbas do MEC para as Federais; governador do Maranhão tirou alguns milhões das Estaduais

Carlos Brandão tirou R$ 23 milhões da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA e da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL.

O corte de verba está publicado no Diário Oficial do Estado da última terça-feira (04). Segundo consta no documento, foram retirados R$ 23.358.438,00 das dotações orçamentárias das duas instituições, sem nenhuma explicação das razões que levaram ao corte.

Nesta mesma semana, o governo Bolsonaro anunciou. na quarta-feira (05), o bloqueio de R$ 2,4 bilhões do orçamento do Ministério da Educação – MEC destinado às universidades federais.

Acostumados a tecer críticas ao Presidente da República em ocasiões como esta, políticos maranhenses ligados à esquerda estão calados, sem nenhuma manifestação em relação ao corte na educação promovido pelo governador recém reeleito no Maranhão.

O povo maranhense começa bem cedo a pagar o preço da eleição de Carlos Brandão, regada ao uso ostensivo, descarado e sem vergonha da máquina pública.

Os milhões dos cofres do estado que serviram para pavimentar a vitória comunosocialista será paga ao longo do mandado. E já começa com cortes de verbas da educação superior.

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