Senadora Maranhense foi indicada para representar o partido Cidadania, que apoiou a eleição do petista
Líder do Cidadania e da bancada feminina do Senado Federal, Eliziane Gama (MA), participou na manhã desta sexta-feira (11), da primeira reunião do Conselho Político que compõe a equipe de transição do governo Lula.
A senadora se juntou à campanha de Lula no decorrer do segundo turno quando o então candidato escreveu uma Carta aos Evangélicos onde se comprometeu com pautas relevantes ao segmento como, por exemplo, a ampla e irrestrita liberdade de cultos, o respeito às igrejas e reafirmou sua posição contrária ao aborto.
“A divulgação dessa Carta foi importante para combater as inúmeras fake news que contaminaram o segmento e provocaram um movimento grande de desigrejados por conta de calorosas discussões políticas dentro das igrejas evangélicas”, afirmou a parlamentar.
Eliziane tem sido vista em diversas agendas ao lado de Lula, e, portanto ganhou relevância maior no cenário nacional com a vitória do petista.
O jovem prefeito da cidade de São Mateus caminha para ser aclamado presidente da Federação dos Municípios do Estado do Maranhão.
O nome de Ivo Rezende (PSB) acabou se consolidando nesta quarta-feira (09), quando o prefeito de Coelho Neto, Bruno Silva (PP), retirou seu nome da disputa e anunciou apoio ao prefeito de São Mateus.
Quem também já declarou apoio a Ivo foi prefeito de São Luís, Eduardo Braide (sem partido). Dentro de um cenário de chapa única, com apoio do Palácio dos Leões e do atual presidente da FAMEM, Erlânio Xavier, Ivo Rezende fez lançamento de candidatura reunindo 123 prefeitos.
Ivo ainda está fazendo a composição da chapa, de forma que contemple prefeitos de todas as regiões do Estado, e a eleição deverá acontecer por mera formalidade, com o jovem prefeito sendo eleito por aclamação no próximo dia 21.
Senadora propõe R$ 155 milhões acrescidos ao orçamento do ano que vem para ações da Casa da Mulher Brasileira e programa de combate à violência de gênero
Das quatro emendas ao Projeto da Lei Orçamentária Anual (PLN 32/2022) de 2023 aprovadas pela Comissão de Direitos Humanos do Senado, nesta terça-feira (08), três foram sugeridas pela líder do Cidadania na Casa, Eliziane Gama (MA). No total, o colegiado aprovou, em votação simbólica, R$ 685 milhões em emendas para garantia de direitos humanos. A proposta segue agora para apreciação da CMO (Comissão Mista de Orçamento).
As sugestões da parlamentar atendem aos programas de Promoção e Defesa de Direitos Humanos para Todos, com R$ 335 milhões, de Proteção e Promoção dos Direitos dos Povos Indígenas, com R$ 115 milhões, e ações de proteção às mulheres contra a violência de gênero.
“Como governo destinou no projeto apenas R$ 13 milhões no ano que vem para a Casa da Mulher Brasileira e os Centros de Atendimento às Mulheres em Situação de Violência, apresentei uma sugestão de acréscimo de mais R$ 155 milhões para à CMO”, disse a senadora.
A Casa da Mulher Brasileira é um espaço de acolhimento e atendimento humanizado e tem por objetivo geral prestar assistência integral e humanizada às mulheres em situação de violência, facilitando o acesso destas aos serviços especializados.
Ao todo, foram apresentadas à comissão 107 emendas — 11 foram recusadas por não se enquadrarem às competências do colegiado e outras 2 por não representarem interesse nacional.
Regras
Cada comissão permanente do Senado, da Câmara dos Deputados e do Congresso Nacional pode apresentar até oito emendas, sendo elas quatro de apropriação – acréscimo de dotação por meio de anulação de dotações da reserva de contingência -, e quatro de remanejamento – acréscimo de dotação por meio da anulação de dotações constantes do projeto de lei. O mesmo vale para as comissões mistas permanentes do Congresso Nacional e para as Mesas do Senado e da Câmara.
(Com informações da Agência Senado)
Aproximação entre os dois gestores seria saudável para a gestão da capital maranhense e poderia, sim, dar rumo a uma parceria na eleição de prefeito em 24
Ainda no dia 30 de outubro, domingo de eleição, este site publicou em seu “Colunaço” semanal a cerca dos nomes e composições possível para a disputa de prefeito de São Luís em 2024, assunto que já havíamos tratado em postagens anteriores, dando, inclusive, a informação em primeira mão sobre o desejo do deputado Federal Márcio Jerry de concorrer à prefeitura. Dias depois, o próprio deputado externou essa vontade e virou notícia em outros veículos.
Na coluna do dia 30, informamos que uma possibilidade inesperada e ainda distante, porém possível, seria a composição do governador Brandão com o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, o que jogaria um balde de água fria nas pretenções dos nomes do grupo dino-brando-Sarneyzista. Vamos relembrar o que escrevermos na coluna. Veja:

Dez dias depois, temos uma imagem emblemática, que pode não significar nada ou pode significar muita coisa. O governador Carlos Brandão (PSB) num encontro muito amistoso com Eduardo Braide (sem partido), em Brasília, numa reunião com a bancada maranhense de deputados e senadores.
Os dois sentaram lado a lado, e protagonizaram cenas de muita intimidade, que podem ser apenas um momento de civilidade entre dois políticos/gestores, mas que seria inimaginável, por exemplo, se o governador ainda fosse Flávio Dino (PSB).
Entretanto, também pode ser a abertura de porta para um composição inicialmente de parceria entre os entes estadual e municipal e se transformar numa parceria política e também eleitoral para 2024.
Política não é ciência exata, nem todas as previsões se confirmam, há ainda muita coisa a rolar até as definições em torno de candidaturas para 2024, mas no digam que não avisei. Mesmo porque a “preferência” na disputa é de Braide, que está sentado na cadeira, e São Luís tem tradição de reeleger seus prefeitos. O único que não conseguiu tal feito foi Castelo em 2012.
Aguardemos. Enquanto isso, veja Braide e Brandão muito à vontade.
Em abril deste ano, o vereador Paulo Victor (PC do B) foi eleito por aclamação e já está em ritmo de transição com atual presidente
Nesta terça-feira (08), o atual presidente da Câmara Municipal de São Luís, Osmar Filho (PDT) esteve reunido com o futuro presidente da Casa para conversar sobre a transição.
A partir de janeiro, Osmar deixa o comanda da Câmara após 2 anos à frente do Legislativo Municipal. Eleito deputado estadual, o vereador assume uma cadeira na Assembleia Legislativa a partir de 2023.
Enquanto Paulo Victor e os demais membros da Mesa Direto da Casa Legislativa Municipal tomam posse a partir de janeiro.
Pelas redes sociais, o vereador Paulo Victor disse que “estamos dando início a esta etapa com o objetivo de integrar as pessoas da nossa Casa Legislativa e garantir o entendimento do povo quanto aos nossos papéis como vereadores. Vem comigo”.
Paulo Victor recebeu o apoio dos colegas e o desejo de sucesso mo comando da casa par os próximos dois anos.

Situação de atraso de salários de médicos da Saúde do estado tem gerado reclamações e paralisação
Há vários dias foi exposta a situação de médicos e servidores que trabalham nas unidades de saúde geridas pela Empresa Maranhense de Serviços Hospitalares – EMSERH, do Governo do Maranhão.

Os profissionais estão com salários atrasados, alguns desde o mês de agosto, e, por isso, o atendimento nas unidades de saúde foi reduzido apenas a casos de urgência e emergência.
Os trabalhadores da vigilância e da limpeza nessas casas de saúde também têm reclamado dos atrasos. Entretanto, recebemos a denúncia de que o governo tem agido contra quem reclama publicamente, retaliando com demissão.
É o caso de um servidor ligado a uma outra secretaria que nos procurou para relatar que, após ter se manifestado sobre o problema numa rede social, foi demitido.
Pai de 3 filhos, o funcionário público procurou socorro médico para sua filha em uma UPA, mas não havia profissional disponível e ele precisou se deslocar até uma Unidade Mista da Prefeitura para conseguir atendimento médico.
O servidor relatou a situação em rede social. Imediatamente, recebeu uma ligação informando seu desligamento e a razão de sua exoneração. Assim, sem cerimônia.
O relato do trabalhador dá conta de que a situação enfrentada pelos servidores públicos é de tensão e medo. Ninguém pode reclamar ou criticar o governo. A ordem é: se for pra falar, que fale bem. Senão, corre o risco de ser exonerado, ter benefícios cortados e até ser rebaixado de função.
Veja parte do diálogo:
