Ninguém mais do que o vereador e presidente eleito da Câmara de São Luís merece ser alçado à condição de candidato do grupo Brandonista
Se Carlos Brandão conseguiu sair de São Luís como candidato mais votado na eleição de governador, o responsável tem nome e sobrenome: Paulo Victor.
Eleito vereador em 2020, Paulo se mostrou um exímio articulador, e, com simpatia e um jeito bem camarada, deu bote certeiro na briga pela presidência da Câmara Municipal de São Luís ao conquistar o cargo por consenso, algo quase impossível.
O que se desenhou a partir dali culminou com o espalhamento de forças na capital, em áreas dominadas politicamente por lideranças ligadas aos vereadores, que seria necessária para a eleição do candidato governista.
Alçado à condição de secretário de Cultura, Paulo Victor transformou o São João em uma espécie de vitrine para Brandão, que, mesmo longe do Maranhão para tratamento de Saúde, e ainda pouco conhecido do eleitorado, parecia estar presente durante as festividades. Paulo Victor foi ousado e enfrentou as críticas sem retroceder.
Deixou a Secretaria de Cultura para se dedicar à campanha de Carlos Brandão de modo incansável, de manhã, de tarde e de noite. Assim como fez na Secretaria de Cultura, Paulo foi visto em diversas situações colocando a mão na massa, literalmente. Desde locutor de carro de som a entregador de santinho, demonstrando capacidade de liderar um grande projeto, mas com a humildade para fazer o que for preciso.
Diante de tamanha importância, a presidência da Câmara de São Luís conquistada por Paulo Victor ficou pequena. O vereador licenciado tem estatura para ocupar qualquer secretaria de primeiro escalão no governo Brandão e é, hoje, quem mais tem condições de reunir forças para ser candidato a prefeito do grupo Brandonista em 2024, com grandes chances de, sendo candidato com apoio da máquina governista e dos colegas vereadores, dar trabalho para a reeleição do atual prefeito.
Aplicando a margem de erro de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado da pesquisa mostra os dois no mesmo patamar
O instituto Paraná Pesquisas divulgou nesta quinta-feira (20), um levantando feito com entrevistas presenciais, que aponta empate técnico entre os candidatos Luís Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Messias Bolsonaro (PSL) a dez dias do segundo turno.
De acordo com o instituto, Lula tem 51,3% das intenções contra 48,7% de Bolsonaro, considerando os votos válidos, quando são excluídos brancos e nulos. Como a margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos, os dois estão no mesmo patamar e pode-se considerar o empate técnico.
Em votos totais, Lula ficou com 47,6%, e Bolsonaro com 44,1%. Os entrevistados que disseram que não votariam em nenhum, branco ou nulo somaram 4,8%, e os que não sabem ou não responderam foram 3,6%.
O mesmo instituto, contratado pelo partido Progressistas, que faz parte da coligação do atual presidente, já havia feito um levantamento na semana passada, que apontou Lula com 51,9% das intenções para votos válidos, e Jair Bolsonaro com 48,1%.
O instituto ouviu 2.020 eleitores presencialmente entre os dias 15 e 19 de outubro. Tem um nível de confiança de 95% e está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o número BR-02276/2022.
Embora cauteloso, Melo conversa com os colegas e disse esperar que possam convergir para um nome que una o grupo em chapa única
Exercendo o seu oitavo mandato parlamentar, o deputado estadual Arnaldo Melo (PP), reeleito no último dia 02, avaliou que a eleição para Mesa Diretora da Assembleia Legislativa, biênio 2023/24, ocorrerá de forma consensual, com apenas uma chapa na disputa.
Aliado do governador reeleito Carlos Brandão (PSB), Melo, em entrevista à imprensa, nesta quarta-feira, colocou o seu nome à disposição dos colegas para ser o próximo presidente da Casa, cargo que ele já exerceu.
“Fomos 42 deputados eleitos para a próxima Legislatura, então, todos os 42 são legítimos. Eu acredito que a grande maioria deseja administrar a Casa, desejam compor a Mesa e isso também é natural. Eu sou o deputado mais antigo na Casa com maior número de mandatos e já inclusive tive a honra de presidir a Casa no período pretérito e meu nome está aí para o grupo de colegas deputados”, pontuou.
Além do pepista, se colocam como pré-candidatos o atual presidente, Othelino Neto (PC do B); Ariston Gonçalo (PSB); e Antônio Pereira (PSB) – este último ainda não tratou publicamente sobre o projeto.
Fonte: Blog Gláucio Ericeira
Tanto Eliziane quando Marina são membras da Assembleia de Deus, que, no Maranhão, repudiou o posicionamento político da senadora
Eleita deputada federal pelo estado de São Paulo, Marina Silva (Rede) tem relação de amizade com a senadora Eliziane Gama (Cidadania) de longas datas. Ambas evangélicas da mesma denominação, compartilham da mesma fé e, neste momento, do mesmo posicionamento, junto com um grupo de evangélicos e pastores de todo o Brasil em favor da candidatura de Lula.
No entanto, esse posicionamento da senadora Maranhense desencadeou uma reação da Convenção Estadual das Igrejas Evangélicas Assembleias de Deus no Maranhão – CEADEMA, que emitiu uma nota de repúdio à Eliziane Gama, algo inédito nessa magnitude, o que aponta para um acirramento e um sectarismo dentro da igreja, que demonstra não admitir que, democraticamente, um ou mais membros possam exercer o direito constitucional de divergir no voto.
Marina Silva classifica o episódio como violência com a fé, assédio religioso e chama atenção para o fato de que, se algo dessa natureza está acontecendo com uma senadora da República, que tem sua fé desqualificada e tem questionado o seu compromisso com Deus pela própria igreja em razão de posição política, “imagina o que não está sendo feito com nossas irmãs e irmão por esse Brasil a fora”.
Marina ressalta o estrago feito pelo bolsonarismo nas relações entre política e religião: “Bolsonaro e o bolsonarismo atingiram com uma ferida de morte as nossas comunidades religiosas. Isso é ultrajante.”
“Bem-aventurados os perseguidos por causa da justiça, pois deles é o Reino dos céus.”
Mateus 5:10
O pastor gravou vídeo em tom de deboche e transformou a retratação em mais uma fake news
O vídeo de retratação gravado pelo pastor André Valadão tem um tom vitimista, sarcástico e debochado.
Membro da Igreja Batista da Lagoinha, em Belo Horizonte (MG) e militante em prol da candidatura de Jair Bolsonaro (PL) à Presidência, Valadão costuma repetir as velhas declaração falsas que surgiram a partir de distorções de falas a respeito de temas como aborto, drogas, Direitos Humanos e pautas sociais.
Só que o vídeo de retratação gravado por ele com uma intimação na mão é, na verdade, um escárnio com o Tribunal Superior Eleitoral – TSE e com o Ministro Alexandre de Morais, transformando-se em mais uma mentira do pastor.
Segundo apurou Renato Souza, repórter de política do Portal R7 em Brasília, que procurou a assessoria do TSE, “o Tribunal informou que não houve decisão no processo envolvendo o pastor André Valadão e postagens sobre Lula. Religioso fez retratação por conta própria e não fala a verdade quando diz que foi obrigado pela Justiça Eleitoral.”
A intenção do pastor André Valadão é criar a sensação de que tenha sido vítima de censura por parte do judiciário. Influenciadores digitais e até mesmo a Jovem Pan estão fazendo algo parecido. Tomando decisões por conta própria de auto-censura e fazendo crer que estão atendendo à decisões do TSE.
No caso da Jovem Pan, por exemplo, o Tribunal apenas concedeu três direitos de resposta a Lula (PT), sobre falas dos comentaristas que o acusam de querer fechar igrejas, de ser a favor do aborto e ladrão. A emissora usou a decisão do TSE como desculpa e se imputou auto-censura.
Veja abaixo o vídeo de retração do pastor, com cara de coitadinho, fala mansa, cenário e trilha escolhidos para criar a perfeita atmosfera de pena por parte de quem assiste, mas que é apenas mais uma fake news criada por ele. Resta saber se o TSE vai deixar barato esse escárnio com a corte.
Ex-presidente da República falou no debate como se existisse uma refinaria construída por ele no Maranhão
O deputado estadual Wellington do Curso (PSC) denunciou na tribuna da Assembleia Legislativa a fala do ex-presidente Lula, que, no debate da Band, afirmou: “nós decidimos fazer a refinaria no Maranhão”.
A fala de Lula pode ter dado a entender aos telespectadores e eleitores do Brasil que, de fato, houve a construção do empreendimento no Maranhão, o que todos no estado sabem, não é verdade.
Wellington também foi pessoalmente ao local onde seria instalada a Refinaria Premium I, da Petrobras, para mostrar o que sobrou da mentira inventada sobre sua construção.
O que houve, na verdade, foi um grande estelionato eleitoral que, à época, serviu apenas de trampolim para a eleição de Roseana Sarney como governadora, Edson Lobão e João Alberto como senadores, além de Dilma Roussef como presidenta. Ambos no mesmo palanque de Lula e contra Flávio Dino.

O engodo deixou para trás um rastro de danos ambientais, prejuízos para empresários e trabalhadores, que fizeram investimentos imobiliários e formação profissional à espera dos empreendimentos que seriam inaugurados e empregos que seriam gerados em torno da instalação da refinaria.
Até hoje, muitos empresários sequer conseguiram recuperar o que fizeram de investimentos. Outros, quebraram. E um montante de mais de R$ 2,1 bilhões de dinheiro público foi pelo ralo, restando somente o aterro e a terraplangem da área e a decepação ao povo maranhense.
Veja no link abaixo a postagem do deputado Wellington do curso:
https://www.instagram.com/reel/Cj5NftDDQ4R/?igshid=NjQxMzA2Mjk=