• Jeisael
  • 23 de agosto de 2022

Sabatina JN: “cola” na mão de Bolsonaro era pegadinha

As 4 palavras escritas na palma da mão esquerda do presidente não foram usadas na entrevista. E por que estavam lá?

Jair Bolsonaro foi o primeiro candidato a ser entrevistado na série de sabatinas do Jornal Nacional, da Rede Globo, que iniciou nesta segunda (22). Em dado momento foi possível ver que havia as seguintes palavras escritas com caneta na palma da mão esquerda do presidente: “Nicarágua”, “Argentina”, “Colômbia” e “Dário Messer”.

Durante os 40 minutos de entrevista, o candidato à reeleição não tocou em nenhum assunto relacionado a essas palavras. Logo, os mais afoitos militantes anti-Bolsonaro começaram a levantar críticas. E até agora, muitos sites tentam explicar a situação afirmando que Bolsonaro não usou porque não teve oportunidade de tocar nos temas da “cola”.

Ora, alguém acredita mesmo que ele não seria capaz de lembrar de cabeça dessas 4 palavras? Ora, alguém já parou pra pensar por que elas estavam na mão esquerda e não na direita? E por que escrever na mão e não no papel que ele tinha sobre a mesa? Alguém acha que foi um descuido mostrar a mão para a câmera? Pobres ingênuos. Caíram na pegadinha. De novo.

Bolsonaro nunca quis tocar nesses assuntos durante a entrevista. Se quisesse teria feito e não precisaria de nenhuma “cola”. Em 2018, o então candidato fez a mesma coisa, só que com outras palavras. Na mão estavam escritas “Deus”, “família” e “Brasil”.

A intenção do “mito” é exatamente despertar a curiosidade, fazer com que as pessoas falem sobre isso, e pesquisem sobre os assuntos já que ele mesmo não falou. E principalmente que eleitores fora da bolha bolsonarista façam isso, já que nessa bolha esses temas já são conhecidos.

E não deu outra. Gente como Anita, Flavio Dino (PSB), sites e portais ligados à esquerda, e tantos outros caindo feito patinhos na estratégia, divulgando a “cola”, zombando da “burrice” do “aluno mal preparado”, quando, na verdade, estão fazendo exatamente o que ele pretendia: gerar engajamento fora da bolha bolsonarista.

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  • 23 de agosto de 2022

PF faz operação contra empresários que defenderam golpe de estado

Oito empresários holsonaristas teriam defendido em mensagens privadas a ruptura institucional caso Lula vença a eleição

Na manhã desta terça-feira (23), a Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em desfavor de vários empresários que em um grupo de mensagens do WhatsApp teriam defendido um golpe de estado em caso de derrota do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de outubro.

O caso foi originado em uma petição impetrada no inquérito que investiga Milícias Digitais, instaurado a partir de indícios e provas da existência de uma organização criminosa, de forte atuação digital, que se articularia em núcleos político, de produção, de publicação e de financiamento, com a finalidade de atentar contra a democracia e o Estado de Direito no país.

Entre os alvos da Operação desta terça autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, estão os seguintes nomes:

  • Afrânio Barreira Filho, do restaurante Coco Bambu;
  • Ivan Wrobel, da Construtora W3;
  • José Isaac Peres, da rede Multiplan de Shoppings;
  • José Koury, do Barra World Shopping;
  • Luciano Hang, das Lojas Havan;
  • Luiz André Tissot, Grupo Serra;
  • Marco Aurélio Raymundo, da Mormai;
  • Meyer Joseph Nirgri, da Tecnisa;

O ministro do STF também determinou o bloqueio de bens e das redes sociais dos envolvidos, além de autorizar a queda dos sigilos bancários e a tomada de depoimento dos envolvidos.

A PF cumpre os mandados em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Ceará. Não há mandados de prisão.

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  • 22 de agosto de 2022

Edivaldo não se saiu tão bem na sabatina do Jornal da Difusora

Ex-prefeito de São Luís foi repetitivo nas respostas e demonstrou pouco conhecimento dos problemas do estado

Como primeiro entrevistado na sabatina do Jornal da Difusora 1ª Edição com os candidatos a governador do Maranhão, Edivaldo Holanda Jr. respondeu basicamente 5 questões, em dois blocos de 13 minutos.

Holandinha foi muitas vezes evasivo e demasiadamente repetitivo. Evitou ser interrompido durante as suas longas respostas, ignorando estrategicamente as intervenções dos jornalistas, e gastou a maior parte do tempo à toa, “enrolando” mesmo, como se torcesse para que chegasse logo ao fim a sabatina.

Ficou perdido nos 2 minutos que tinha para considerações finais, extrapolou o tempo sem conseguir, no entanto, fazer o básico que deveria: pedir voto e dizer seu número.

Nem se pode dizer que o ex-prefeito de São Luís enfrentou questões duras de serem respondidas. Perguntado sobre itens do seu próprio plano de governo, Edivaldo foi superficial e deu respostas ensaiadas.

Basicamente, respondia sobre o “Maranhão Já”, item do seu plano que traz como eixos o Auxílio Maranhão, o Emprego Já e o Mais indústrias. Depois seguia a enfadonha ladainha de descrever o que teria feito quando governou a Capital.

Mesmo quando perguntado especificamente sobre um item relativo ao seu plano de governo, a simplificação e redução da carga tributária, lhe faltou objetividade, como se talvez nem tivesse lido seu próprio plano. E a reposta dada seguiu o mesmo roteiro das anteriores.

Falava do Maranhao Já e invocava a experiência de quando foi prefeito de São Luís, como se isso bastasse para lhe qualificar a ser escolhido governador e não os outros candidatos.

Aliás, esse foi o único questionamento mais duro feito na sabatina, ao ser confrontado com o fato de que quando foi eleito prefeito de São Luís a primeira vez, em 2012, também não tinha experiência nenhuma. E se fosse assim, como poderia falar de gerar empregos para jovens sem experiência no mercado de trabalho com esse discurso?

O ex-prefeito acabou recorrendo ao fato de já ter sido vereador e deputado federal antes de ser prefeito. E foi lembrado que, sendo assim, seus concorrentes agora na disputa para o governo também têm experiência na vida pública. Um, por exemplo, é ex-prefeito também, outro já foi secretário de estado, outro é senador e já foi deputado.

Mas, Edivaldo insistiu que só ele tem experiência e, por isso, seria o melhor para governar o Maranhão. Só que, de verdade, não foi o que ficou demonstrado na sabatina. Edivaldo não teve um bom desempenho como teve no debate da última quinta-feira (18) contra os outros candidatos.

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  • 22 de agosto de 2022

Expectativa do MDB sobre votação de Roseana Sarney pode virar decepção

Ex-governadora perde apoio de lideranças e aposta no recall para sair das urnas com grande votação

Ainda no período de pré-campanha, os mais entusiasmados aliados de Roseana Sarney falavam que a ex-governadora seria a grande puxadora de votos do MDB e que facilmente chegaria a 300 mil votos na disputa pela Câmara Federal, servindo, assim, para fazer o partido chegar no total de votos capaz de garantir até 4 vagas de deputado em Brasília.

É compreensível tamanha euforia, afinal Roseana foi 4 vezes governadora, guarda um histórico de relações políticas com inúmeras lideranças antigas e novas, e goza de um sentimento afetivo de boa parte dos eleitores do estado.

No entanto, enganam-se que isso seja suficiente para fazê-la sair das urnas com votação tão expressiva. E esse é o problema. Ao não se realizar tamanha expectativa, fará com que Roseana, mesmo eleita e bem votada, saia menor do processo eleitoral.

Ademais, o pragmatismo político tem feito a ex-governadora perder apoios importantes, como do futuro presidente da Câmara de São Luís, vereador licenciado Paulo Victor (PCdoB), obrigado pelo Palácio dos Leões a recuar da declaração de apoio.

Se não souber entender o que significa a disputa sem a força dos Leões, Roseana estará fadada ao fracasso eleitoral e correrá o risco de sequer ser eleita.

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  • 22 de agosto de 2022

Edivaldo é primeiro na série de sabatinas do Jornal da Difusora 1ª Edição

Candidato a governador pelo PSD vai enfrentar a bancada de jornalistas do JD1

Nesta segunda-feira (22), Edivaldo Holanda Jr. será o primeiro candidato a governador do Maranhão a ser sabatinado pelos jornalistas do Jornal da Difusora 1ª Edição, que vai ao ar a partir de 13:15h.

As entrevistas desse tipo são muito importantes para que o eleitor possa ter uma visão um pouco mais realista do candidato.

Diferente da forma como o político se apresenta, por exemplo, em seu programa eleitoral, numa sabatina ele está menos protegido pelo manto do marketing, e pode ser confrontado com temas mais incômodos, ser exposto à contradições, e mostrar que realmente não é um produto fabricado para enganar o eleitor.

Assim deve ser. Por isso, alguns candidatos “fogem” de sabatinas com jornalistas e de debates com outros candidatos, porque preferem o conforto da propaganda eleitoral dominada apenas pelo que ele gostaria de mostrar.

É na propaganda eleitoral onde o candidato esconde sua deficiências que ficariam expostas fora dela. O cidadão e eleitor deve desconfiar de um candidato que inventa desculpas para faltar a debates e sabatinas.

A TV Difusora foi a primeira a realizar debate entre os candidatos a governador nas eleições de 2022, e apenas 2 postulantes ao governo faltaram. Um deles, Carlos Brandão (PSB), não enviou justificativa à emissora, e, covardemente, preferiu atacar a linha editorial do veículo.

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  • 22 de agosto de 2022

Alex Paiva e Fernando Braide promovem carreta na área Itaqui-Bancanga

Candidatos apostam na dobradinha para conquistar os eleitores da Região com maior densidade eleitoral

Uma grande carreata pela região Itaqui-Bacanga, em São Luís, marcou a agenda de campanha deste domingo (21) dos candidatos a deputado estadual Fernando Braide (PSC), e a deputado federal Alex Paiva (PSC).

A carreata percorreu várias ruas dos bairros Anjo da Guarda, Gancharia, São Raimundo, Alto da Esperança, Residencial Ana Jansen, Vila 07 de Setembro, Vila Ariri e Vila Nova. Em cada um deles, foi confirmada a liderança que Alex Paiva consegui estabelecer na Região e a força que Fernando Braide vem ganhando na área que é uma das mais populosas da capital maranhense.

“Muito honrado pelo apoio declarado pelos moradores da região Itaqui-Bacanga. Quero agradecer a cada um e dizer que eles terão um parceiro fiel na Assembleia Legislativa, que lutará dia e noite por mais qualidade de vida e mais progresso para todos os maranhense”, destacou Fernando Braide.

Durante o trajeto pela região Itaqui-Bacanga, Fernando e Alex Paiva não só acenaram para quem estava nas calçadas, na porta de casa, nas esquinas, mas também desceram do carro para cumprimentar apoiadores que os receberam com grande animação.

“Muito feliz de participar dessa carreata, na minha região, uma área tão importante para mim e para toda São Luís”, ressaltou Alex Paiva, candidato a deputado federal. “Agradeço aos apoiadores e ao amigo Fernando Braide, por estarmos juntos nessa jornada”.

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