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Esta coluna dominical é produzida por diversos colaboradores. Recebemos sugestões e colaborações. O nome é um só trocadilho. Leia tudo, divirta-se, informe-se e se quiser contribua enviando ao titular do site pelo chat do Inatagram. Vamos nessa.
Protagonismo
Faz uma semana dos ataques à Praça dos 3 poderes em Brasília, e, nesse período, um nome se destacou e tomou a cena: Flávio Dino. Inegavelmente, Dino é o que de mais espetacular produziu a política nacional nos últimos anos. Sabe ocupar espaços como ninguém. Encontrou terreno fértil para plantar seu nome nessa situação.
Apressado
O impetuoso Ministro da Justiça tomou um freio do presidente Lula logo após os ataques em Brasília. Dino tentou se adiantar e ser o primeiro a falar com a imprensa sobre o assunto, antes mesmo do Lula. Chegou a convocar uma coletiva, que não aconteceu porque foi desautorizado pelo presidente da República.
Puxão de orelha

Dino tinha razão
Criticado até mesmo por esta coluna por querer se meter em assuntos de outros ministérios, Dino tinha razão em pelo menos uma coisa: o tratamento que deveria ter sido dado aos golpistas acampados em frente aos quartéis. Assunto da alçada de José Múcio, ministro da Defesa, que tratou com parcimônia o assunto e deu mole no dia 8/01, permitindo que os atos terroristas pudessem se concretizar. “Os acampamentos são fábricas de terroristas”, alertou Dino.
Prevaricou?
Já se sabe que Dino foi avisado muito antes pelo sistema de inteligência que os ataques iriam ocorrer. E. então, é também culpa de Dino que tenham ocorrido? Talvez. Mas, o mais certo é que não. Dino tomou as providências que podia tomar. Acionou o governador do DF, combinou um plano de defesa, mas foi traído ao confiar que o plano seria cumprido.
Palco
Tendo prevaricado ou não, Dino adorou ter de lidar com tal situação. Ninguém é ingênuo. Sabendo do narcisismo e empáfia, comuns ao ministro, tudo que ele queria era ser o centro das atenções. E teve a oportunidade perfeita. Está brilhando. Dando entrevistas pra lá e pra cá, aparecendo em rede nacional. Está exultante em sua vaidade.
Incompetente
Entre as ações tomadas pelo Governo Lula, a intervenção no sistema de Segurança do DF, onde foi nomeado interventor, por indicação de Dino, o jornalista Ricardo Cappeli, ex-secretário de Comunicação do Maranhão. Sem nenhum conhecimento, experiência ou competência para lidar com o assunto Segurança Pública, Cappeli faz o que Dino ordena.
Pau-mandado
Qualquer ação “assinada” pelo Pitbull albino das laranjeiras deve ser enxergada como ação do próprio Dino. O jornalista publicou um tuíte assumindo que estava agindo sob ordens do ministro, o que, na verdade, é uma distorção do próprio decreto de intervenção, pois o interventor deve se reportar e se submeter exclusivamente ao presidente da República.

Fogo amigo
A Polícia Rodoviária Federal poderia ter agido para impedir que ônibus com bolsonaristas chegassem em Brasília. Sob o comando de Flávio Dino, a PRF manteve, no dia dos ataques, postos fechados em diversas rodovias federais, facilitando o deslocamento dos terroristas. Deputado dinista criticou:

Esfarrapada
Para se eximir da responsabilidade, o ministro da Justiça alegou que não haveria razão para impedir a circulação dos ônibus. Balela. Logo após os ataques, vários ônibus foram retidos em Brasília, ou por falta de documentação, ou por licenciamento atrasado, ou por falta de equipamentos de segurança, até por pneus carecas. Isso, por si só, deveria ter sido motivo de abordagem nas rodovias e já seria motivo suficiente pra impedir que seguissem viagem.
Foto da semana

Felipe Camarão liderou a selfie, e, ao fundo, Clayton Noleto, Ana Paula, Othelino Neto, Márcio Jerry, Bira do Pindaré, Carlos Lula, Rodrigo Lago e Francimar Melo. A foto foi postada por todos em suas redes sociais. Há muito que se extrair desse registro. O recado tá dado. Leiam as entrelinhas que em breve a gente coloca as linhas.
O furo
Foi a gente que deu o furo. Lá ele! Demos a informação primeiro que todo mundo, ok?. O deputado Othelino Neto foi convidado para assumir a Secretaria de Representação do governo do Maranhão em Brasília. Relembre:

Confirmado
No final das contas o “fuxico” tinha rumo. O deputado estadual Othelino Neto (PC do B) abriu mão da disputa pela presidência da Assembleia e vai comandar, em Brasília, a Secretaria de Estado da Representação Institucional no Distrito Federal – SERIDF. Nós avisamos: Othelino é inteligente e não dá ponto sem nó. Vai ficar ao lado da esposa Senadora, terá cargos à disposição e autonomia.
Assume
Quem assumirá a vaga de Othelino na Assembleia é o primeiro suplente da chapa, Zé Inácio, do PT.

Futuro
O senador eleito e atual ministro da Justiça Flávio Dino pode vir ocupar a vaga da ministra Rose Weber no Supremo Tribunal Federal. Essa não é uma especulação de agora. Muito antes da vitória de Lula, o nome de Dino já era cotado, em caso de vitória do petista. Flávio Dino tem competência e sabe se articular. Se quiser mesmo chegar ao topo do Judiciário, tem grandes chances.

Futuro II
Outra especulação em torno de ocupação no Judiciário Nacional se dá com o nome do desembargador Paulo Velten. Presidente do TJMA, ex-governador em exercício do Maranhão, que estaria numa lista de nomes cotados para a próxima vaga a ser aberta no Superior Tribunal de Justiça. O Colunaço tá avisando.

Futuro III
Há uma máxima na política que quem diz “não” tá doido pra dizer sim. Lembram do ex-juiz Moro dizendo que jamais entraria para a política? Por isso, não leve a sério o que disse o Procurador-Chefe do MPMA, Eduardo Nicolau, sobre não ter interesse em disputar a eleição de 2024 em São José de Ribamar.

Falas e fatos
A fala do Procurador-Geral de Justiça se dá após ter sido fotografado em uma mesa no restaurante Cabana do Sol ao lado de figuras interessadas na disputa pela prefeitura ribamarense no próximo pleito. Se não vai disputar, pelos menos interferir ou se envolver de algum modo supõe-se que vai. Aliás, pelos fatos e falas, já está. E anote que Nicolau se refere a não disputar em 2024. Pelo menos não fez igual moro e não disse “jamais”. Aguardemos.

Mistério I
Quem é o deputado dino-comunista escanteado pelo governo Brandão que sonha em ser candidato a prefeito de São Luís desde 2020? Lá não deu certo, mas era momento mais oportuno que agora. Deixou o bonde passar, cara. Já era.
Mistério II
E qual jornalista/deputado federal já entrou em duas bolas divididas com um jornalista/político e se deu mal? Entrou errado, pegou invertida e teve que se calar, apesar das provocações do colega jornalista para continuar a discussão. O placar tá em 2×0. Não aguenta não desce pro play. Na próxima, vai pedir música no Fantástico.
Já pensou?
E se os dois colegas de profissão sairem pra disputar a eleição de prefeito de São Luís em 2024? Um, cheio de empáfia e o outro, sem papas na língua e cheio de munição. Caramba, vou preparar a pipoca é cedo para acompanhar os debates na TV.
Prefeita coveira
Em Paço do Lumiar, a prefeita Paula Azevedo contratou duas empresas de funerária para enterrar 11 cidadãos por semana. Credo. Conhecida como Paula da Pindoba, já tem gente chamando de Paula Coveira. Não é possível. 11 funerais por semana numa cidade de apenas 125 mil habitantes. É de matar. Aí tem coisa.

Falando nisso
No dia 2 de janeiro, Paula da Pindoba exonerou em massa todos os funcionários de cargos comissionados e, em seguida, encheu a administração municipal de parentes e indicados de aliados políticos para 2024. Paula poderia apenas ter exonerado alguns e colocado outros no lugar. Mas chamou atenção a exoneração em massa.
Ilegalidades
O que aconteceu é que por incompetência administrativa houve irregularidade legal na nomeação de todos servidores, e a prefeita foi orientado pela Procuradoria do Município, assim que identificada a c4g4d4 administrativa, a fazer a exoneração em massa e refazer as nomeações de modo correto. Haja incompetência.
Mistério III
Mas dizem que Paula da Pindoba é apenas a “Rainha da Inglaterra” de Paço do Lumiar. Assina os papéis, mas quem manda, de fato, na prefeitura é um deputado federal. Ai, meu Deus! E até a assessoria de comunicação é comandada por um terceiro que não é nem nomeado de fato. Ou seja, é gente de fora que, realmente, manda. Quem será esse deputado, gente?
Literatura
A coluna deste domingo traz uma sugestão de leitura: “A Rainha e o Rato – uma fabula sobre amizade”

Harmonia
Câmara de São Luís sob comando do vereador Paulo Victor (PC do B) aprovou, finalmente, o orçamento do Município. Sem nenhuma alteração, nem sequer uma emendinha. Um gesto importante do presidente da Casa ao prefeito e à população de que a Câmara trabalhará com independência e harmonia com o executivo sob a nova presidência. Bola dentro.

Cadê o dinheiro?
O Tribunal de Contas da União – TCU não consegue encontrar documentação que comprova a execução de mais de 1 trilhão e 600 bilhões do Orçamento Federal sob comando de Bolsonaro. O dinheiro simplesmente desapareceu, não há nenhum registro. Talvez estivesse registrado em um dos mais de 190 computadores que simplesmente foram formatados apagando todos os dados antes de Jair ir embora.

Alô, governador
Conforme já denunciado aqui na coluna, a cidade de Timon está aguardando a montagem no aparelho de Raios-x zeradinho, novinho, que está parado, guardado em caixas no corredor da UPA.
Alô, prefeito
Tá ficando massa a intervenção no trânsito da cidade. Apesar de alguns equívocos em algumas obras, em sua maior parte o trabalho está aprovado. A Capital tá ganhando cara de “cidade grande”. Sabe o que tá faltando? Aproveitava pra implantar logo ciclovias ou ciclofaixas nesses trechos. Perdeu a chance.
Pra finalizar
Flávio dino explica que a diva pop Beyoncé não está sendo investigada pelos atos terroristas em Brasília.
Deveria investigar


Enquanto os cemitérios da cidade de Paço do Lumiar, na Grande ilha de São Luís, funcionam em terrenos baldios, sem muros sequer, a prefeita Paula Azevedo, conhecida como Paula da Pindoba, resolveu, ao apagar das luzes de 2022, contratar duas empresas por R$ 507 mil 987 reais, para prestar serviços funerários para atender a população do município.
A publicação no Diário Oficial do dia 29 de dezembro de 2022 traz os extratos de contratos com as empresas L M Ferreira de Oliveira Comércio e Serviços, nome fantasia Funerária Pôr do Sol, no valor de R$ 125 mil, e W B Lima Comércio e Serviços Eireli, Funerária São Francisco, no montante de R$ 382 mil 987 reais. A primeira com endereço no bairro Macaúba e a segunda no bairro do Cruzeiro do Anil, ambas em São Luís. Veja:


Em contato com as duas empresas, obtivemos a informação de que os preços de serviços funerários completos, com translado e adereços para o velório, variam de acordo o padrão, mas, em geral os contratos com órgãos públicos são dos serviços mais básicos, cujo preço mais barato na Funerária Pôr do Sol é de R$ 1.000,00 (mil reais) e na Funerária São Francisco é de R$ 750 reais.
Para efeito de cálculos e comparações, vamos considerar que os serviços contratados pela prefeita Paula da Pindoba não sejam os mais básicos e tenham uma urna mais cara e serviços adicionais, desse modo, vamos acrescer 50% aos valores inicias, tendo como referência, então, o preços de R$ 1.500 reais de uma empresa e R$ 1.125 reais da outra.
Nem vamos levar em consideração o fato de a Prefeitura contratar o mesmo serviço com preços diferentes. Mas, vamos às contas.
Com valor contratado com a Funerária Pôr do Sol, R$ 125 mil reais, seria possível pagar, ao preço de R$ 1.500 reais, pelo enterro de 84 pessoas. No caso da Funerária São Francisco, com o contrato de R$ 382.987,00 seria possível fazer o sepultamento de 306 pessoas ao preço de R$ 1.250,00.
Portanto, com validade de 12 meses, os dois contratos serviriam para realizar 390 sepultamentos em 1 ano, ou seja, seria possível fazer o enterro de 1 pessoa por dia e ainda sobraria 25 serviços a serem realizados. Isso, considerando um superfaturamento de 50%.
Baseado nos preços reais fornecidos pelas duas empresas, seria possível realizar quase 600 sepultamentos em 12 meses, uma média de 11 enterros por semana. Com uma população de 125 mil habitantes (IBGE – 2021) a cidade de Paço do Lumiar já deveria ter realizado 32 sepultamentos desde a data de assinatura do contrato (26/12/22) até hoje, 14 de janeiro, dentro da média contratada pela prefeitura.
Buscamos, sem sucesso, informações acerca da taxa de mortalidade anual no Município. Entramos em contato diretamente com a prefeita Paula da Pindoba e com a Assessoria de Comunicação da Prefeitura, mas, até o fechamento desta reportagem não obtivemos resposta sobre os questionamentos enviados.
É isso mesmo. O ministro da Justiça, o maranhense Flávio Dino (PSB), usou o Twitter para “deixar claro” que não se referia à diva pop internacional Beyoncé quando deu entrevista coletiva falando a respeito de quem seria ou não seria investigado nos atos de atendo contra a Democracia brasileira.
Durante a coletiva , Dino explicou as ações tomadas pelo Ministério da Justiça contra os extremistas bolsonaristas que invadiram as sedes dos Três Poderes no último domingo (8/1). Por causa de uma fala cacofônica, um trecho da entrevista viralizou nesta sexta-feira, veja:
Flávio Dino reagiu em em tom humorado sobre o assunto e “esclareceu”:

Considerando apenas os números puros registados no banco de dados sobre os gastos dos presidentes com o cartão corporativo, Lula, Dilma (Temer) é Bolsonaro tiveram gastos muito parecidos.
De 2003 a 2006, Lula, em seu primeiro mandato, tem registrado o montante de R$ 22 milhões. De 2007 a 2010, o petista registra despesas de valor igual, R$ 22 milhões. De 2011 a 2014, Dilma Rousseff aumentou em R$ 2,5 milhões em relação à Lula e fechou o primeiro mandato com gastos de R$ 24,5 milhões no cartão corporativo.
Já no período de 2015 a 2018, que compreende o segundo mandado de Dilma e Michel Temer, o gasto no corporativo caiu, e fechou o período em R$ 18 milhões. Na sequência, conforme divulgado agora, de 2018 a 2022, Jair Bolsonaro torrou R$ 27,6 milhões de dinheiro do contribuinte.
Em face da discussão de quem gastou mais ou quem menos torrou dinheiro público, há levantamentos que consideram a inflação e não apenas os números puros do banco de dados. Assim, levando em conta a desvalorização do Real de 2002 a 2022, quem mais gastou foi Luis Inácio Lula da Silva.
GASTOS COM CORREÇÃO
Lula em 1 mandato torrou R$ 59 milhões
Dilma em 1 mandato gastou R$ 42,3 milhões
Bolsonaro em 1 mandato queimou R$ 32,6 milhões
Informações de gastos do ex-presidente Jair Bolsonaro negadas durante todo o mandato sob o argumento de que revelar as despesas poderia colocar em risco o presidente e familiares agora vieram à tona.
Uma agência de dados públicos, especializada na Lei de Acesso à Informação, fez um levantamento dos tipos de despesas realizadas no cartão corporativo, quem realizou tais despesas e quais gastos consumiram mais recursos públicos.
Dos 59 tipos de despesas feitas com o dinheiro do contribuinte, os gastos com hotéis, multa vezes estadias de luxo, somam pelo menos R$ 13,6 milhões. Uma informação que contraria o discurso adotado por Bolsonaro, que dizia ser contra a esbanjar dinheiro público quando é possível optar pela simplicidade.
Um único Hotel do Guarujá (SP), onde Bolsonaro costumava tirar “férias”, recebeu 1 milhão 460 mil reais do cartão cooperativo. Considerando a diária mais cara do estabelecimento (R$ 940), seria possível pagar 1.566 diárias, mais do que a quantidade de dias de 4 anos de mandato.
Também chama atenção os gatos com padaria, onde uma delas, no Rio de Janeiro, a padaria Santa Marta, registra uma nota fiscal de uma única compra no valor de R$ 55 mil. Ao todo, o estabelecimento recebeu R$ 362 mil do cartão corporativo da presidência.
Em cinco sorveterias de Brasília foram feitas 62 compras, que somaram R$ 8,6 mil. Em uma única vez foram gastos R$ 540 no estabelecimento.
O presidente que aparecia comendo pão com leite condensado e frango com farofa, gastou R$ 678 mil em um mercado gourmet de Brasília conhecido por quem aprecia alta gastronomia.
Havia também em sigilo despesas em produtos cosméticos, alimentação para pets, foras na Havan, outras com supérfluos pagos com dinheiro público.
A título de comparação simples e pura, certa vez, um gasto de R$ 8,30 na compra um beijú (tapioca) no cartão corporativo realizada pelo então ministro dos Esportes, Orlando Silva, em 2008, virou um escândalo e ele teve que devolver o dinheiro.
Até agora, quase 28 milhões de reais foram tornados públicos, mas o montante pode ser ainda maior, sendo que apenas nos dois primeiros anos de mandato, Jair Messias torrou R$ 21 milhões. Mas, Bolsonaro não foi o único presidente a esbanjar dinheiro do contribuinte no cartão corporativo.
E o Lula e o PT
Em seu primeiro mandato, Lula torrou R$ 22 milhões à época; no segundo mandato, mais R$ 22 milhões, enquanto Dilma Roussef gastou R$ 24,5 milhões no primeiro mandato, e, junto com Temer, no mandato seguinte, R$ 18 milhões.
Ao ser nomeado interventor do Distrito Federal, o jornalista Ricardo Cappeli, ex-secretário de Comunicação do Maranhão, postou no Twitter que tem seguido “orientações do ministro Flávio Dino”.
Sem nenhuma experiência em Segurança Pública, o jornalista foi indicado para a função exatamente por fazer com fidelidade tudo que Flávio Dino manda, e, ao externar isso na rede social, mostra que, além de ocupar a função apenas por esse motivo, deturpa completamente o decreto que o elevou ao cargo de interventor, pois deveria estar subordinado exclusivamente ao presidente da República.
No governo Temer, quando houve intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018, o interventor foi o general Braga Netto, militar de carreira e com vasto conhecimento na área de Segurança.
Com Cappeli agindo como pau-mandado de Dino, abre-se, portanto, margem para que sua nomeação como interventor seja vista com desconfiança política e com possibilidade de questionamento jurídico.
Quaisquer medidas tomadas no DF pelo interventor deve ser encarada como uma medida tomada pelo próprio Flávio Dino. Primeiro porque o interventor não sabe nem pra onde vai o assunto Segurança Pública, segundo porque sempre foi um pau-mandado de Dino mesmo.
Seria necessário, portanto, a nomeação de alguém com a capacidade técnica da área intervencionada, se reportando apenas ao presidente da República. Com Cappeli, quem, de fato, é interventor é Dino.