Presidente cortou alguns bilhões de verbas do MEC para as Federais; governador do Maranhão tirou alguns milhões das Estaduais
Carlos Brandão tirou R$ 23 milhões da Universidade Estadual do Maranhão – UEMA e da Universidade Estadual da Região Tocantina do Maranhão – UEMASUL.
O corte de verba está publicado no Diário Oficial do Estado da última terça-feira (04). Segundo consta no documento, foram retirados R$ 23.358.438,00 das dotações orçamentárias das duas instituições, sem nenhuma explicação das razões que levaram ao corte.
Nesta mesma semana, o governo Bolsonaro anunciou. na quarta-feira (05), o bloqueio de R$ 2,4 bilhões do orçamento do Ministério da Educação – MEC destinado às universidades federais.
Acostumados a tecer críticas ao Presidente da República em ocasiões como esta, políticos maranhenses ligados à esquerda estão calados, sem nenhuma manifestação em relação ao corte na educação promovido pelo governador recém reeleito no Maranhão.
O povo maranhense começa bem cedo a pagar o preço da eleição de Carlos Brandão, regada ao uso ostensivo, descarado e sem vergonha da máquina pública.
Os milhões dos cofres do estado que serviram para pavimentar a vitória comunosocialista será paga ao longo do mandado. E já começa com cortes de verbas da educação superior.
Dos 18 deputados e deputadas federais eleitos pelo estado, 11 estão assim autodeclarados
De acordo com o Estatuto da Igualdade Racial, a definição de negro se dá da seguinte forma:
“O conjunto de pessoas que se autodeclaram pretas e pardas, conforme o quesito cor ou raça usado pela Fundação Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ou que adotam autodefinição análoga.”
De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral, o percentual de candidatos negros em 2022 é o maior desde 2014, quando foi instituída a autodeclaração racial, e 44,24% assim se declararam. Em 2022, esse percentual chegou a 49,49%, superando o percentual de 48,93% que se autodeclaram brancos.
São consideradas candidaturas de negros aquelas de candidatos que se declaram pretos ou pardos, seguindo, portanto o Estatuto da Igualdade Racial e o entendimento do IBGE.
Para fins de distribuição entre os partidos políticos dos recursos do fundo partidário e do Fundo Especial de Financiamento de Campanha, os votos dados a candidatas mulheres ou a candidatos negros para a Câmara dos Deputados nas eleições realizadas de 2022 a 2030 serão contados em dobro.
Dada essa explicação, sabendo que candidatos negros têm direito a mais dinheiro do fundão, vejamos, então, quem são os 11 negros eleitos pelo Maranhão para a Câmara Federal:











Os outros 7 eleitos se autodeclaram brancos.
Estão distorcendo um assunto que deveria ser encarado com respeito e normalidade
Uma Lei sancionadas pelo governador Carlos Brandão diz que estabelecimentos comerciais de todo o Maranhão estão obrigados a afixar em suas entradas, ou mesmo do lado externo, em local visível ao público, placa que contenha a seguinte informação:
“É expressamente proibida a prática de discriminação por orientação sexual ou identidade de gênero”.
Texto legal
A Lei sequer traz em sua redação a palavra “banheiro”, ou faz qualquer alusão ao uso desse ambiente. Trata-se de algo tão simples como quanto à obrigatoriedade de afixação de placas em estabelecimentos comerciais alertando sobre Direitos do Consumidor.
Qualquer tentativa de distorcer o assunto perpassa a simples ignorância do ponto de vista cognitivo e se transforma em crime ao se criar uma fake news sobre assunto.
Em face da repercussão, o governador Carlos Brandão se manifestou em rede social para explicar o óbvio:

Nem sempre não perder te torna um vencedor; nem sempre não vencer te torna um derrotado
Há uma filosofia no jogo das relações humanas facilmente aplicável ao jogo das disputas eleitorais, até porque o que mais há em uma campanha eleitoral são relações de natureza humana: pior do que não saber perder é o vexame de não saber ganhar.
Primeiro que vencer se torna uma derrota quando não se ganha com dignidade. Depois, o comportamento de quem ganha e de quem perde diz muito sobre quem, de fato, é o vencedor e quem tem dignidade.
Quem venceu? Aquele que enfrenta a derrota de cabeça erguida diante de um adversário superior ou aquele que escarnece do adversário derrotado, e que pisa sobre ele, depois de ter conquistado a vitória? Não há dignidade quando ganhar te faz mesquinho e não te faz ter humanidade
Desde antes dos 20 anos de idade, participo de eleições, inclusive como candidato. Venci inúmeras vezes e fui derrotado tantas outras. Acontecimentos me permitiram amadurecer e me tornar um ser humano melhor.
Aprendi o quanto um ser humano deixa de ganhar mesmo quando é vencedor, e se torna indigno, arrogante, prepotente. Aprendi também o quanto um perdedor se sente mais derrotado ainda por não saber lidar com a derrota.
Após algumas experiências, tenho a clareza de que, mesmo nos momentos em que não venci, não fui um derrotado. Aprendi a ser um vencedor por ter a dignidade de saber perder. Aprendi também que ganhar não me dá o direito de escarnecer e humilhar quem foi vencido.
Aprendi mais ainda. Presenciei amigos trocando farpas e jogando fora boas relações em nome de projetos políticos que sequer eram seus, e que eu não queria isso pra mim.
Aprendi que adversários não são inimigos e que as boas relações devem ser preservadas e cultivadas com mais afinco após uma disputa onde amigos e colegas se colocam em lados opostos. Assim, sei que, independente do resultado de uma eleição, serei sempre um vencedor.
Isso só é possível a quem tem dignidade. Não se deve esperar algo assim de quem, atrelado a um projeto eleitoral apenas como um serviçal, continue com palanque armado, mesmo quando o próprio vencedor do pleito já desceu do palanque.
O rei vence, assume o trono, mas o bobo da corte grita e faz estripulias no palco. É isso que acontece quando vencer te torna um derrotado.
Prefeito da cidade de Igarapé Grande atribui o crime à um “blogueiro já conhecido por suas falcatruas na internet”
Um áudio atribuído ao presidente da Federação dos Municípios do Maranhão – FAMEM, Erlânio Xavier, tem circulado em grupos de WhatsApp e na mídia alinhada ao Palácio dos Leões, e até virou fuxico em blog.
No áudio atribuído ao político, ele supostamente reclama de seus aliados sobre a votação do candidato ao governo Weverton Rocha (PDT), do qual era coordenador de campanha.
Mesmo após o término das eleições no Maranhão, com a vitória de Carlos Brandão (PSB), a mídia governista continua como se ainda houvesse campanha em andamento, e se ocupa de propagar fake news e provocações aos adversários derrotados.
Na nota, Erlanio Xavier diz que sabe de onde partiu as fake news e que o autor responderá junto à Polícia Civil, o Ministério Público e ao Judiciário pelo crime.

Senadora maranhense tem bases na denominação evangélica e representa o voto evangélico no Senado
Eliziane Gama (Cidadania) apresentou requerimento para a realização de uma sessão especial para homenagear os 100 anos da igreja Assembleia de Deus no Maranhão.
Com o apoio de outros senadores, o pedido da senadora foi aprovado pelo Plenário do Senado, nesta quinta-feira (6).
Segundo Eliziane, as atividades da igreja foram iniciadas no estado pelo pastor Clímaco Bueno Aza, enviado ao estado pela igreja-mãe, de Belém (PA).
A senadora também destacou que, além de prestar assistência religiosa, a Assembleia de Deus “atua de forma valorosa em diversas causas sociais em prol dos menos favorecidos”.