É isso mesmo. O ministro da Justiça, o maranhense Flávio Dino (PSB), usou o Twitter para “deixar claro” que não se referia à diva pop internacional Beyoncé quando deu entrevista coletiva falando a respeito de quem seria ou não seria investigado nos atos de atendo contra a Democracia brasileira.
Durante a coletiva , Dino explicou as ações tomadas pelo Ministério da Justiça contra os extremistas bolsonaristas que invadiram as sedes dos Três Poderes no último domingo (8/1). Por causa de uma fala cacofônica, um trecho da entrevista viralizou nesta sexta-feira, veja:
Flávio Dino reagiu em em tom humorado sobre o assunto e “esclareceu”:

Considerando apenas os números puros registados no banco de dados sobre os gastos dos presidentes com o cartão corporativo, Lula, Dilma (Temer) é Bolsonaro tiveram gastos muito parecidos.
De 2003 a 2006, Lula, em seu primeiro mandato, tem registrado o montante de R$ 22 milhões. De 2007 a 2010, o petista registra despesas de valor igual, R$ 22 milhões. De 2011 a 2014, Dilma Rousseff aumentou em R$ 2,5 milhões em relação à Lula e fechou o primeiro mandato com gastos de R$ 24,5 milhões no cartão corporativo.
Já no período de 2015 a 2018, que compreende o segundo mandado de Dilma e Michel Temer, o gasto no corporativo caiu, e fechou o período em R$ 18 milhões. Na sequência, conforme divulgado agora, de 2018 a 2022, Jair Bolsonaro torrou R$ 27,6 milhões de dinheiro do contribuinte.
Em face da discussão de quem gastou mais ou quem menos torrou dinheiro público, há levantamentos que consideram a inflação e não apenas os números puros do banco de dados. Assim, levando em conta a desvalorização do Real de 2002 a 2022, quem mais gastou foi Luis Inácio Lula da Silva.
GASTOS COM CORREÇÃO
Lula em 1 mandato torrou R$ 59 milhões
Dilma em 1 mandato gastou R$ 42,3 milhões
Bolsonaro em 1 mandato queimou R$ 32,6 milhões
Informações de gastos do ex-presidente Jair Bolsonaro negadas durante todo o mandato sob o argumento de que revelar as despesas poderia colocar em risco o presidente e familiares agora vieram à tona.
Uma agência de dados públicos, especializada na Lei de Acesso à Informação, fez um levantamento dos tipos de despesas realizadas no cartão corporativo, quem realizou tais despesas e quais gastos consumiram mais recursos públicos.
Dos 59 tipos de despesas feitas com o dinheiro do contribuinte, os gastos com hotéis, multa vezes estadias de luxo, somam pelo menos R$ 13,6 milhões. Uma informação que contraria o discurso adotado por Bolsonaro, que dizia ser contra a esbanjar dinheiro público quando é possível optar pela simplicidade.
Um único Hotel do Guarujá (SP), onde Bolsonaro costumava tirar “férias”, recebeu 1 milhão 460 mil reais do cartão cooperativo. Considerando a diária mais cara do estabelecimento (R$ 940), seria possível pagar 1.566 diárias, mais do que a quantidade de dias de 4 anos de mandato.
Também chama atenção os gatos com padaria, onde uma delas, no Rio de Janeiro, a padaria Santa Marta, registra uma nota fiscal de uma única compra no valor de R$ 55 mil. Ao todo, o estabelecimento recebeu R$ 362 mil do cartão corporativo da presidência.
Em cinco sorveterias de Brasília foram feitas 62 compras, que somaram R$ 8,6 mil. Em uma única vez foram gastos R$ 540 no estabelecimento.
O presidente que aparecia comendo pão com leite condensado e frango com farofa, gastou R$ 678 mil em um mercado gourmet de Brasília conhecido por quem aprecia alta gastronomia.
Havia também em sigilo despesas em produtos cosméticos, alimentação para pets, foras na Havan, outras com supérfluos pagos com dinheiro público.
A título de comparação simples e pura, certa vez, um gasto de R$ 8,30 na compra um beijú (tapioca) no cartão corporativo realizada pelo então ministro dos Esportes, Orlando Silva, em 2008, virou um escândalo e ele teve que devolver o dinheiro.
Até agora, quase 28 milhões de reais foram tornados públicos, mas o montante pode ser ainda maior, sendo que apenas nos dois primeiros anos de mandato, Jair Messias torrou R$ 21 milhões. Mas, Bolsonaro não foi o único presidente a esbanjar dinheiro do contribuinte no cartão corporativo.
E o Lula e o PT
Em seu primeiro mandato, Lula torrou R$ 22 milhões à época; no segundo mandato, mais R$ 22 milhões, enquanto Dilma Roussef gastou R$ 24,5 milhões no primeiro mandato, e, junto com Temer, no mandato seguinte, R$ 18 milhões.
Ao ser nomeado interventor do Distrito Federal, o jornalista Ricardo Cappeli, ex-secretário de Comunicação do Maranhão, postou no Twitter que tem seguido “orientações do ministro Flávio Dino”.
Sem nenhuma experiência em Segurança Pública, o jornalista foi indicado para a função exatamente por fazer com fidelidade tudo que Flávio Dino manda, e, ao externar isso na rede social, mostra que, além de ocupar a função apenas por esse motivo, deturpa completamente o decreto que o elevou ao cargo de interventor, pois deveria estar subordinado exclusivamente ao presidente da República.
No governo Temer, quando houve intervenção federal na segurança do Rio de Janeiro, em 2018, o interventor foi o general Braga Netto, militar de carreira e com vasto conhecimento na área de Segurança.
Com Cappeli agindo como pau-mandado de Dino, abre-se, portanto, margem para que sua nomeação como interventor seja vista com desconfiança política e com possibilidade de questionamento jurídico.
Quaisquer medidas tomadas no DF pelo interventor deve ser encarada como uma medida tomada pelo próprio Flávio Dino. Primeiro porque o interventor não sabe nem pra onde vai o assunto Segurança Pública, segundo porque sempre foi um pau-mandado de Dino mesmo.
Seria necessário, portanto, a nomeação de alguém com a capacidade técnica da área intervencionada, se reportando apenas ao presidente da República. Com Cappeli, quem, de fato, é interventor é Dino.
O presente de ano novo para os servidores comissionados do município de Paço do Lumiar, na Grande Ilha de São Luís, foi a demissão em massa de servidores comissionados pela prefeita Paula da Pindoba, em uma única canetada, conforme consta no Diário Oficial do Município publicado em 2 de janeiro.
Em vez de prestar esclarecimentos, a prefeita utilizou sua assessoria paga para tentar descredibilizar a informação. Ao mesmo tempo em que emitiu Nota admitindo a exoneração em massa publicada no Diário Oficial, tratou de chamar de “fake news” as publicações da imprensa.
Porém, o mais interessante é o que vem a seguir nas publicações dos Diários Oficiais dos dias seguintes: a nomeação de dezenas de pessoas com sobrenomes da prefeita.
Conhecida como Paula da Pindoba, o nome completo da prefeita é Maria Paula Azevedo Desterro. Guarde bem os sobrenomes “Azevedo” e “Desterro”, pois a administração municipal de Paço do Lumiar está cheia de gente com esses sobrenomes em diversos cargos, inclusive de chefia, com bons salários, após a demissão em massa promovida pela prefeita.
Apenas na secretaria de Saúde foram nomeados Diego Rai de Azevedo Costa e Valdinar de Castro Desterro, ambos no cargo de Assessor Técnico; e Noeme da Cruz Guimarães de Azevedo como chefe de Divisão.
Na Secretaria de Desenvolvimento Social foi nomeada Daniela Tais Desterro Corvelo no cargo de Assessor Técnico; na Secretaria de Direitos Humanos consta Any Raphaely Garcez Azevedo no cargo de Assessor II, enquanto Lyslena Karine Desterro Sousa ganhou a nomeação de Gerente de Acompanhamento na Secretaria de Educação, assim como José de Ribamar Asevedo foi nomeado diretor de Escola.
Também ganharam cargo como Chefe de Departamento Ariadson João Nina Azevedo, na Secretaria de Planejamento, e Geilson Azevedo Rabelo na importante Secretaria de Administração e Finanças.
Vale ainda ressaltar que para ser considerado nepotismo, a Lei leva em conta até o parentesco por afinidade e não apenas por consanguinidade.
Desse modo, pode ser que também haja parentes da prefeita sem esses sobrenomes empregados na prefeitura, o que não é possível precisar em face de nossa pesquisa no Diário ter se dado com base nos sobrenomes de Maria Paula Azevedo Desterro.
Como agente público, se Paula da Pindoba usa de sua posição de poder para nomear, contratar ou favorecer um ou mais parentes, até o terceiro grau, estará cometendo nepotismo.
Entramos em contato com a prefeita Paula da Pindoba para os devidos esclarecimentos sobre tais nomeações de pessoas, que, coincidentemente ou não, tem os seus sobrenomes. De modo que é preciso esclarecer quais graus de parentesco com prefeita e quais critérios utilizados para nomeá-los nesses cargos, além disso, que outros parentes sem esse sobrenomes estão empregados na prefeitura.
Até o fechamento da reportagem a prefeita não respondeu aos questionamentos.
De todos nós
Esta coluna é feita com a contribuição de vários profissionais. O nome é apenas um trocadilho. Aqui a zoeira é sagrada, não tem perseguição mas também não tem babação. Cabe crítica e elogio a quem quer que seja. Então, relaxa e aproveita.
Da água pro vinho
Bolsonarista? Que nada. Privatista? Também não. Juscelino Filho (União) nomeado ministro de Lula já não é mais o mesmo. No melhor estilo camaleônico da política do Centrão, o deputado maranhense que votou pela privatização dos Correios, agora defende o contrário. Aliás, todas as pautas contra o trabalhador tiveram voto de Juscelino no governo Bolsonaro. Mudou.

Quem é esse cara mesmo

Dois pesos
Engraçado que a mesma imprensa que não fez nenhuma crítica ao fato do “bolsonarista” Juscelino assumir um ministério no governo Lula, depois passou a criticar a indicação de Flávio Dino do nome de Clayton Noleto para o DENIT. Ao contrário, bateram palmas pra um e, para o outro, vaias.
Duas medidas
Só porque Noleto, enquanto candidato em Imperatriz, teria “escondido” Lula na campanha pelo fato de aquela região ser mais “conservadora”. Veja bem a diferença. Um bolsonarista num ministério de Lula; aplausos; um não-bolsonarista que omitiu Lula na campanha indicado para o DENIT: absurdo. Heheheheh.
Falando nisso
Sabe quem assume a vaga de Juscelino Filho na Câmara Federal em Brasília? Justamente um ferrenho defensor de Bolsonaro. O suplente é um médico de Açailândia, que teve pouco mais de 20 mil votos e chegou a dizer que iria pra frente de quartel em Brasília contra a eleição de Lula. Rapá, não poderia ser melhor esse plot

E agora?
O Dr. vai reclamar do governo Lula? Vai fazer oposição ao petista na Câmara dos Deputados? Vai reclamar de fraude nas urnas eletrônicas? Vai pedir intervenção militar? Vai votar contra as pautas do governo? Ou já virou casaca também?
Presepadas dinistas
Em Brasília, o ex-governador Flávio Dino tem se metido em cada boca no cargo de Ministro da Justiça. Mesmo antes de assumir, recuou de duas indicações para compor cargos subordinada ao MJ; um lavajatista que comemorou a prisão de Lula e um coronel envolvido no Massacre do Carandiru. Depois, perdeu duas quedas de braço com Haddad por indicação de nomes para a Fazenda e o Coaf.
Presepadas dinistas II
Também andou se metendo em assunto de Pasta alheia, no caso, o Ministério da Defesa, cujo titular, José Múcio, foi contrariado com sugestões de Dino com as quais não concorda sobre os acampamentos bolsonaristas. Múcio querendo agir com prudência, enquanto Dino, que vive pregando pacificação, querendo usar a força.
Presepadas dinistas III
Doido pra aparecer e mostrar serviço para a militância esquerdista, Dino falou em federalização do Caso Marielle, questão já negada pela Justiça, que manteve a investigação sob comando da Polícia do RJ. Insistência de Dino pode resultar ou em nada ou numa situação jurídica inédita no país: a proposição de mudança de competência da Justiça Estadual para a Federal duas vezes sobre o mesmo caso.
Falando nisso II
Tem caso no Maranhão cheio de razões para se tirar a investigação das mãos da polícia estadual e federalizar. Mas esse não interessa a Flávio Dino porque vai mexer com aliados e envolve também sua gestão enquanto governador. Então, melhor deixar quieto, né, Sr. Ministro da Justiça? Bem a calhar esse poder todo em suas mãos.

Presepadas dinistas IV
Mais uma do novo ministro deixou agentes da Polícia Rodoviário federal injuriados: a extinção de mais de 100 cargos na PRF, que, segundo uma carta de um chamado PRF’s Progressistas, vai inviabilizar algumas atividades do órgão. O corte esvaziou a Diretoria-Executiva e Diretoria de Inteligência, e afeta o salário dos servidores de carreira, já que eles recebem a mais por ocuparem cargos de coordenação ou chefia.
Aguardem
Esperando a hora em que a PF vai começar a bater na porta de políticos que não rezam a cartilha comunista ou que já contrariaram Dino algum dia. Ou quem sabe até mesmo jornalistas sejam afetados. Já tem gente com medo. Outro dia, um famoso blogueiro manifestou preocupação: “eu já até larguei ele [Dino] de mão, com o poder que esse cara tem agora? Tá louco”. É, não será nada caridoso, meu amigo.
Sob nova direção
O governador Carlos Brandão é o novo chefe mor da política do Maranhão. Com jeito tranquilo e sorriso maroto, em pouquíssimo tempo, o colinense conseguiu aglutinar a classe política em torno de si. E com articulação na medida certa se impôs e mostrou, com respeito, que não será tutelado por Dino.

Jogou a toalha?
Mesmo contrariado, e depois de perder uma ou duas quedas de braço de bastidores com o atual governador, o ex-governador admitiu, ao tomar posse como ministro da Justiça, que o grande líder político do Maranhão, agora, é Brandão.
Jeitoso
No melhor “estilo-Brandão-de-ser, o governador do Maranhão tratou de se referir a Flávio Dino como líder. Na festa de posse realizada na última sexta-feira (6), em frente ao Palácio dos Leões, o governador fez questão de reconhecer a grandiosidade política de Flávio Dino e sua declaração soa, mais uma vez, como um gesto de grandeza política. Brandão consegue se impor sem perder a humildade.
Ausente
Já Flávio Dino não faz questão de esconder, na prática, quem ele é, apesar da língua apontar o oposto. Fala em pacificação mas quer agir pela força; fala em justiça, mas pratica vingança. Do tipo que não aceita “não”, do tipo que não quer ser contrariado, Dino tem se mantido distante de Brandão, inclusive não compareceu ao enpossamento do governador, assim como se manteve “longe” noutros atos já realizados.
Isolado
O prefeito de São Luís, Eduardo Braide, passou da metade do mandato com um comportamento estranho: se “autoisolou”. Sem aproximação com os vereadores, deixou escapar, por exemplo, o comando da Casa; perdeu embates no legislativo. Reclamações até dos próprios auxiliares de falta de diálogo. Imagine a classe política, pré-candidatos que já se movimentam, e outros atores que insistem em estreitar relações com Braide, mas ele não faz um gesto.
Não é tarde
Tudo bem que esse é o “estilo-Braide-de-ser”, mas pode dar m*rda até 2024. Tanto que o prefeito começou a se mexer nos bastidores e no palco da política. Um grande acerto foi convidar vereadores para uma reunião. Apesar de já ter perdido muito terreno, ainda dá tempo de se recuperar.
Começou Cedo
Quem tá de olho em 2024 é o presidente da Câmara de São Luís, vereador Paulo Victor (PC do B), doido pra ser o candidato a prefeito do grupo brandonista. Ainda desconhecido da massa, PV já se movimenta com o intuito de viabilizar seu nome para a disputa de prefeito. Já tem a simpatia dos colegas de parlamento e vai buscar construir o caminho.

Cuidado!
Os movimentos de Paulo Victor tem sido certeiros até agora. Só não pode errar na dose. A Câmara de São Luís não pode ser usada, por exemplo, como instrumento contra a gestão municipal. E, mesmo, que se licencie para assumir uma secretaria no governo Brandão, PV precisa ser inteligente e cuidadoso.
Deixa pra depois
Quando o assunto é a eleição de 2024, o governador Carlos Brandão já disse: não é momento de tratar disso. Afirmou estar preocupado agora é em fazer uma boa gestão no executivo estadual. Então, tá, né? Só se a gente não soubesse o que é política e como isso funciona. Hehehe
Consenso
Mas o jogo do governador tá correto. Se espera construir consenso em torno de uma candidatura, assim como fez com a Famem e a Assembleia, não pode se afobar nem falar na hora errada. E agora é a hora errada de falar sobre isso. Pelo menos do ponto de vista do que quer Brandão para 2024.
Não quer
De uma coisa a coluna já sabe: quem Brandão não prefere como seu candidato em 2024. Por isso mesmo, não quer tratar desse assunto agora, pois pode atrapalhar seus planos e criar atropelos desnecessários. Ainda mais que quem ele não quer é exatamente quem Flávio Dino quer. Quando chegar a hora, um chama o outro e diz “bora resolver?”
Alerta
Alô, prefeito Eduardo Braide, sabe o laboratório de análises clínicas do Hospital da Criança? Tá funcionando na base do improviso. Um risco para pacientes, trabalhadores e para o meio ambiente. Toma ciência da situação e resolve la, siô.
Sugestão
Enquanto tá em obra por lá, remaneja a rotina para o Laboratório Central do Município.
Trabalho escravo?
No município de Paço do Lumiar, a prefeita Paula da Pindoba exonerou todos os comissionados numa canetada só. E agora tem gente sendo obrigada a comparecer ao trabalho mesmo oficialmente exonerada. Que isso Dona Pindoba ?
Abriu
Deputado estadual Othelino Neto (PC do B) abriu mão da disputa pela presidência da Assembleia. Movimento já previsto em face da articulação do governo pró Iracema Vale, deputada de primeiro mandato, que também será a primeira mulher a presidir a Casa.

Gigante
Othelino Neto é um daqueles gigantes da política. Sabe a hora de insistir, mas também sabe quando desistir. Sabe articular e, mesmo quando esperam que perca, sai ganhando. Persistente, mas não teimoso, chegou onde chegou respeitado e sempre bem posicionado.

The Best
À frente do Legislativo Estadual desde 2018, Othelino é considerado por seus pares, por servidores da Casa e pela imprensa como o melhor presidente que a Assembleia já teve. Não à toa foi reconduzido 3 vezes. Sempre gentil e de espírito conciliador, Othelino virou referência de liderança para muitos colegas e diversos políticos. Deixa um importante legado como presidente.
Vai que é tua
Ainda inexperiente no parlamento, Iracema Vale tem experiência com gestão. Foi prefeita da cidade de Urbano Santos, com administração reconhecida pela população, e se elegeu como a deputada mais votada. Com um pouco de orientação, vai pegar o jeito rapidinho. A Coluna deseja sucesso.

Só leriado
Sabe aquele blogueiro que pegou um dinheiro aí e comprou uns vinhos caros? Tava todo se aparecendo num grupo de zap, prometendo que enviaria uma caixa de vinho chique para um deputado comunista. Só conversa fiada. Ali é bom de lábia. O deputado tava cobrando o presente que nunca chegou. Ali sabe aplicar.
Só o bagaço
E aquele candidato laranja das eleições de 2022 que vivia no palanque do concorrente? Aquele que fez até discurso no comício do outro e quase dizia “não vote em mim, vote nele”. A esperança, depois de realizar esse papel ridículo, era ser indicado para comandar o INCRA no Maranhão, com a eleição de Lula. Kkkkkkk. Por último agora foi visto só o bagaço perambulando por Brasília em busca de atenção. É, o Psol não nasce para todos.
E pra encerrar…
Que babado é esse? Que fim deram aos notebooks da Câmara de vereadores de São Luís? Rapá, teve um vereador aí que denunciou o sumiço de um monte de coisa da Casa Legislativa. Disse que sumiu lustre, móveis, ar condicionado, e até uma luz de led foi trocada. Detentor de vários mandatos e até presidente já foi, o astro disse conhecer bem os adereços da Câmara e sabe que deram sumiço em muitas coisas. Éguas!