A partir de iniciativa do deputado estadual Fernando Braide, a luta contra o câncer ganhou um reforço significativo no Maranhão. A Assembleia Legislativa aprovou uma política estadual dedicada ao combate ao câncer de mama, uma iniciativa para fortalecer as estratégias de prevenção, tratamento e suporte a pacientes e familiares.
A nova legislação estabelece diretrizes claras para a Política Estadual de Combate ao Câncer de Mama, destacando a importância de cuidar, proteger e valorizar a saúde humana. Entre os pilares fundamentais estão a promoção do conhecimento e da educação preventiva sobre o câncer de mama, o incentivo à pesquisa e novos métodos de tratamento, além da garantia de qualidade de vida e dignidade para as pessoas afetadas pela doença.
O deputado Fernando Braide enfatizou a necessidade de uma abordagem abrangente, envolvendo a sociedade civil, o setor público e privado, assim como instituições de ensino e saúde. “A aprovação dessa política é um passo crucial para enfrentar o câncer de mama em todas as suas dimensões, desde a prevenção até o apoio no processo de recuperação. Só quem enfrenta ou acompanha de perto a batalha contra o câncer de mama sabe o quão importante é dispor de mecanismos que facilitem esse processo, por isso apresentamos esse projeto que hoje, felizmente, foi aprovado com o apoio dos colegas parlamentares”, ressaltou o deputado.
Com a aprovação do Projeto de Lei, a Assembleia Legislativa do Maranhão demonstra seu compromisso em enfrentar o desafio do câncer de mama de maneira abrangente e eficaz. Agora, o texto segue para sanção do Governo do Estado para que, assim, passe a entrar em vigor.
O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Othelino Neto, finalmente vocalizou o que todos na política já sabiam: é oposição ao governo do estado.
Há várias sessões, Othelino tem subido à tribuna para levantar temas espinhosos para o governo do estado, e, apesar disso, havia declarado em entrevistas que se mantinha como sendo da base aliada. O discurso, no entanto, se ajustou à realidade na manhã desta quarta-feira, quando o deputado eleito pelo PC do B anunciou oficialmente seu “novo” posicionamento.
De saída do partido comunista e com destino ao Solidariedade, Othelino foi eleito em 2022 no grupo de Flávio Dino e Carlos Brandão após apartar da caminhada que fazia ao lado do senador Weverton Rocha (PDT), candidato a governador. Após quase filiar-se ao PDT, o deputado decidiu permanecer no PC do B e escampar apoio à campanha de Brandão a governador. Agora é oficialmente um deputado de oposição ao governador que ajudou a eleger.
Na data em que os povos indígenas são homenageados no Brasil – 19 de abril – a educação maranhense foi pauta de matéria veiculada nacionalmente, mostrando as condições precárias de escolas indígenas no interior do estado. O assunto foi exposto pelo deputado estadual Fernando Braide durante discurso na tribuna da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira (23).
“Semana passada foi comemorado o Dia dos Povos Indígenas mas, infelizmente, a matéria que repercutiu foi da educação do nosso estado, em uma reportagem que mostrou, de fato, a realidade precária de educação indígena no Maranhão. Tem escola, inclusive, que é mais do que vergonha. Só uma barraca de pau e palha para as crianças estudarem, sem a menor condição de ter um bom ensino”, argumentou Fernando Braide.
A reportagem, veiculada pela Rede Globo, mostrou as condições de escolas nas aldeias Borges, Faveira, Juçaral, Chapadinha e Mucura, localizadas na Terra Arariboia, onde alguns dos espaços apresentam estado de abandono.
Para Fernando Braide, é possível reverter a situação investindo recursos do Fundef – que conta com verbas específicas para a manutenção e desenvolvimento do ensino – na reforma e construção de escolas, garantindo condições básicas para a educação digna.
“Não é à toa que o Maranhão, até hoje, apresenta um dos piores indicadores socioeconômicos do nosso país, porque não é investido adequadamente na educação e recurso não é mais desculpa, só falta, agora, vontade”, apontou o parlamentar.
Respire fundo
Sabe aquela compra fraudulenta de respiradores feita pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia, em abril de 2020, com a participação do Governo Dino? Pode ser que vire alvo de uma CPI na Câmara dos Deputados em Brasília. O requerimento apresentado tem o objetivo de investigar o repasse de recursos da União para a compra. O Maranhão sob a égide do governo dinista torrou R$ 9,3 milhões de reais por equipamentos que jamais foram entregues.

Fraude escancarada
Sob investigação da PF e da CGU, a compra fraudulenta de respiradores contou com uma rede formada por empresários, atravessadores, estelionatários, amigos de políticos e autoridades públicas. Tudo isso foi reunido em inquéritos sigilosos em poder do Superior Tribunal de Justiça (STJ), que mostram trocas de mensagens, notas fiscais fraudadas e até recibos de propina. Apesar de todos os detalhes que apontam como os recursos públicos foram desviados, o assunto caiu no esquecimento.

Boca de siri
No Maranhão, os conselheiros do Tribunal de Contas sentaram suas bundas abastadas sobre o processo desde que apresentado ao órgão. Ainda que os respiradores tivessem sido entregues, haveria de se considerar pelos menos o superfaturamento de quase 150% apontado pela Controladoria Geral da União. Lembre, então, que os equipamentos sequer chegaram aos compradores. Por último, o TCE, que tem entre seus membros um ex-secretário de Dino, um ex-vice governador, um sobrinho do atual governador (que era vice de Dino e foi eleito com seu apoio), decidiu “largar de mão” o assunto e não fazer Tomada de Contas Especial relação ao caso.

Mas e se…
Já pensou se a CPI na Câmara Federal for aprovada? Já pensou se o STJ dá andamento ao caso? Já pensou se isso chega até o STF? A coluna já. E vaticina: não vai dar em nada. Primeiro que, em face da estrutura de poder ser ocupada exatamente por “companheiros” daqueles que realizaram a compra fraudulenta, dificilmente essa CPI passará num parlamento controlado, de um jeito ou de outro, na política ou na emenda. Com um judiciário controlado ou submisso à forças políticas, um processo dessa natureza tende a dormir em berço esplêndido. E se isso chegasse ao STF, lá reside numa das poltronas confortáveis do Olimpo um dos “acusados” da fraude. O STF não deu a mesma importância a esse caso de fraude e desvio na pandemia como deu a outros. Alem das digitais de Flávio Dino, o a compra de reparadores na entregues tem o envolvimento do ex-ministro petista Carlos Gabas e de um sobrinho de Eduardo Suplicy.

Comentário do Cappêta
Desde que a compra de respiradores “deu errada”, o então governador Flávio Dino passou a ignorar o assunto e os conteúdos referentes ao tema foram retirados das páginas oficiais. Dino adotou um discurso que jogava a “culpa” para o Consórcio Nordeste e também para o então governador da Bahia, Rui Costa Pimenta, presidente do Consórcio. No entanto, se tudo tivesse ocorrido de outro modo, e, em vez de fracassar tivesse tido êxito, a compra seria comemorada por Dino como se este fosse responsável. Dino e Rui passaram a integrar o mesmo governo Lula em seguida. E o processo no STJ entrou em modo de sono.

Presente
Enquanto motoristas que passam pelo viaduto “bacabeirinha” comem o pão que o diabo amassou, surge a notícia de que assessores da secretaria responsável por aquela desgraça receberam IPhones de presente. Aparício Bandeira, o pai do viaduto que destruiu a paisagem do cruzamento da Holandeses com a Litorânea, nega que tenha dado os mimos para assessores da Secretaria de Infraestrutura. Aparício assegurou que “Ninguém da Sinfra recebeu qualquer celular dado por mim”. Opa! A declaração é ambígua. “Dado por mim”. Mas e dado pela Sinfra? Fato é que a informação de que assessores teriam recebido os presentes não foi negada.

Enquanto isso…
Um vídeo gestado nas hostes leoninas ligadas à pré-candidatura de um incorrigível político que pretende ser prefeito de São Luís começou a circular em grupos de zap e redes sociais. O material tenta atribuir ao prefeito da capital a responsabilidade pelo viaduto “bacabeirinha”, em face de uma solicitação do então deputado Eduardo Braide. A canalhice contra Braide é explícita, mas a aposta da turma é na ignorância extrema do eleitor. Será que alguém engole essa narrativa? Ainda mais se tratando do público mais afetado por aquela desgraça que desfigurou uma das áreas mais belas da Ponta D’Areia? Há apenas um governante culpado por “bacabeirinha” e seu nome não é Eduardo Braide.

“Me paga, sacana”
Quando será que o governo do estado vai fazer o pagamento da Lei Paulo Gustavo para os artistas? A propósito, quando será que os artistas vão abrir o bico, reclamar, protestar… Será que tá todo mundo com medo? Temem alguma represália? Lembre-se que a Cultura do governo tá nem aí para os artistas do estado. Há muito tempo iniciou-se um desmonte silencioso especialmente da cultura popular. As festas tradicionais foram transformadas em micaretas e os shows saíram de populares para concorrer com as grandes produtoras de eventos, inclusive com cobranças de espaços VIP, como camarotes reservados para quem pode pagar.

Falando nisso…
O artista maranhense Romildo Rocha foi gigante em uma manifestação no Instagram contra o governo do Maranhão, notadamente a Secretaria da Cultura. Veja você mesmo a sequência de imagens:


Só não dá pra entender porque a conta do X-Twitter foi apagada depois que se manifestou. No Instagram, ainda está ativa.
Incorrigível
Assim que ventilado na imprensa o nome de uma importante mulher da política como possível vice do rebento de Flávio Dino, num Passinho o próprio pré candidato a prefeito de São Luís teria ligado para a moça: “esquece essa história, nem te anima”, como se estivesse falando com uma subordinada sua do Procon. Pra completar o balde de água fria nas pretensões da moça em compor a chapa majoritária, o político disse que o lugar dela deveria ser na disputa para a Câmara Municipal. Oxi, mas lugar de mulher não é onde ela quiser?
Incorrigível II
Uma fonte do Cappêta posicionada nos satélites do pré-candidato confidenciou que o “bom moço” estaria mais preocupado com as dificuldades para o enfrentamento do ritmo de uma campanha majoritária em face de a moça ser PCD. “Ele tem a pegada muito forte. Já imaginou ela tendo que subir nos trios, participar das caminhadas”, disse ao telefone. A fala por si só é asquerosa. E colocar em cheque a fala da fonte é mais difícil do que nela acreditar dado o histórico do político, que já fez falas preconceituosas, piada e xingamento envolvendo “viado”, hidrocefalia, aidéticos, tudo registrado em áudios, vídeo e conversas em grupo de zap. Estranho mesmo é que pessoas que tenham alguma dessas condições se submetam a estar ao lado dele. “Cabrito bom não berra”.
Falando nisso
Um exposed no X-Twitter revelou que o deputado Duarte Jr. causou um prejuízo de quase R$ 6 mil reais ao influenciador e ativista anticapacitista Ivan Baron. Uma audiência pública sobre capacitismo sugerida ao deputado por Ivan em novembro de 2022 aconteceria em 5 de dezembro daquele ano. No entanto, apenas um dia antes do evento, a chefe de gabinete do deputado entrou em contato para desmarcar, simplesmente porque Duarte preferiu ir para São Luís participar da “despedida” de Flavio Dino da política. Claro, muito mais importante do que uma audiência pública sobre capacitismo na Câmara Federal agendada muito antes. Já fora de seu estado no dia 04, o influenciador Ivan Baron teve que arcar com os custos das passagens aéreas do próprio bolso para voltar pra casa. Ficou no prejuízo. Mas..

Bora devolver
…o cabrito berrou. Após, de forma inteligente, expor o deputado no X-Twitter, Duarte Jr. providenciou o reembolso ao influenciador Ivan Baron na última quinta-feira (11), no valor de R$ 5.500.00 via Pix. Como diria Bezerra da Silva “cabrito só berra na mão de otário porque ele não sabe levar”.

Baixada e baixaria
Um áudio que circula em grupos de zap dá conta de ocorridos na cidade de Pinheiro, Baixada Maranhense, onde um pré-candidato teria emprestado R$ 700 mil reais para Duarte Jr. na eleição passada. Segundo o relato, Geraldo Jr. não guarda segredo nenhum sobre o empréstimo. O problema é que ele estaria recebendo o pagamento somente agora. Duarte Jr. estaria usando ações realizadas pelo governo Brandão como forma de pagamento do empréstimo, inclusive com a presença do vice-governador, Felipe Camarão.
Crimes
Há diversas camadas a se considerar caso o relato seja verdadeiro. Esse empréstimo consta na prestação de contas de 2022 de Duarte Jr.? Brandão sabe que ações do governo estão sendo usadas para pagar dívidas de campanha? Felipe Camarão tem ciência de que está participando de ações eleitoreiras no interior pra pagar dívida de Duarte? O Ministério Público e o MPE tomarão alguma providência?
Memória
Hoje é domingo, mas tem TBT do Cappêta. Só pra relembrar o final de uma notinha postada em 31 de março. Vamos lá:

Cabo de guerra
E a Procuradoria-Geral da República (PGR) que, na última terça-feira (9), emitiu parecer favorável à anulação da reeleição da deputada Iracema Vale (PSB) para a presidência da Assembleia Legislativa do Maranhão? Iracema foi reeleita de forma antecipada, ainda em 2023, no dia 16 de junho, para presidir a Assembleia no biênio 2025-2027. O caso será julgado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), sob relatoria de Luiz Fux. A aposta do Colunaço é que, independente do resultado no STF, Iracema Vale continuará presidente por dois mandatos, ainda que uma nova eleição para o segundo mandato tenha que ser realizada. Por enquanto é assim.

O apoio do “bandido”
Esculhambado por Duarte Jr. em 2020, com insinuações de que possuía ligações com Bolsonaro, chamando, ele e ao seu pai, de bandidos, o deputado federal Rubens Pereira Jr. demonstra ser um bom cabrito, do tipo que não berra. Vice líder do governo na Câmara Federal, o nepobaby herdeiro político da oligarquia de Matões-MA, disse em entrevista que seu algoz “reúne as melhores condições para vencer as eleições de outubro na disputa pela Prefeitura de São Luís”. “Na mão do malandro cabrito maneiro quando vê os homens fica devagar”.

MA X PI
Atenção concurseiros Prefeitura de Teresina-PI lançou o Edital Concurso Público Fundação Municipal de Saúde, onde o salário é o dobro do oferecido e pago pelo Governo do Maranhão no Edital 01/2017, nunca reajustado até agora.
Doença
Se liga nessa. Enquanto a Secretaria Municipal de Saúde vai abrir 6 leitos de UTI e mais 4 leitos na Clinica Médica no Hospital da Criança, a Secretaria de Estado da Saúde fechou 28 leitos de retaguarda do Hospital Juvêncio Matos que funcionavam na Santa Casa. Alema da redução no número de leitos, demissões. A Saúde do estado tá doente com um surto de incompetência que se espalha em tempo menor do que cepa nova de Covid.
Vacina
Em fase de desenvolvimento, a vacina contra o vírus que destrói a Saúde do estado pode gerar seu primeiro grande resultado nos próximos dias, pelo menos na política. Algumas doses da O.N.65 já foram administradas na tribuna da Assembleia Legislativa causando incômodo no organismo que destrói a Saúde do Maranhão. Mas, há rumores da queda do secretário Thiago Fernandes para breve, a depender da dose que o deputado Othelino Neto aplicar de O.N.65 nos próximos dias. Vamos aguardar.

Poder de nepobaby
E esta nota que chegou para o titular do site? Alguém sabe de quem se trata? Não conseguimos identificar. Leia: O filho de uma mulher importante da política do Maranhão mandou fechar as portas de um hospital do interior que faria um mutirão de cirurgias para pessoas carentes. Sob esfarrapadas desculpas, idosos tiveram que se deslocar de ônibus para o hospital da cidade vizinha pra não ficar sem o procedimento. As cirurgias eram parte de um evento beneficente realizado com o apoio da prefeitura da cidade. O rapaz é bem cotado na disputa deste ano e é oposição ao prefeito. Talvez isso nada tenha a ver com ele ter mandado fechar as portas do hospital para as cirurgias.” Eita. Quem será o rebento poderoso capaz de mandar fechas portas de hospital?

Retomado nesta terça-feira (09), o julgamento do Partido Social Cristão (PSC) referente à suposta fraude à cota de gênero nas eleições de 2022 chegou ao fim com uma decisão devastadora para a Democracia e comemorada nem tão veladamente nos porões do Palácio dos Leões: o Tribunal Regional Eleitoral do Maranhão (TRE-MA) decidiu pela cassação dos únicos deputados que fazem oposição declarada ao Governo do Estado. Fernando Braide, agora no PSD, e Wellington do Curso, agora no NOVO, foram cassados. Desde o início da legislatura, foram deles as únicas vozes no Legislativo estadual a cobrar, questionar e, quando necessário, se posicionar contra matérias do Governo do Maranhão, como o aumento de taxas e impostos.
O deputado Fernando Braide é irmão do prefeito de São Luís, contra quem o Palácio dos Leões tem adubado uma candidatura na esperança de tomar o controle da prefeitura da Capital. Fernando tem apontado em suas falas nos últimos dias a possível existência de um conluio que envolve desde acusadores do PSC por suposta fraude à cota de gênero até membros do governo.
“Se existe um conluio, é da parte acusadora, onde são três os acusadores. Um, é do partido do governador e ocupa cargo de secretário de estado; outro é o marido da senadora Eliziane Gama, que tem dois irmãos como membros do governo do estado; além do terceiro acusador que tem relação com membros do TRE, inclusive com uma julgadora do caso”, argumentou o parlamentar em entrevista concedida nesta terça-feira (9).
Diz-se nos bastidores do poder que é difícil crer que seja apenas coincidência a cassação de Fernando Braide e Wellington do curso, que têm, seguidas vezes, se posicionado contra medidas apresentadas pelo Governo do Maranhão. Além de votar contra o aumento da carga tributária empurrada pelo governo na população maranhense, Fernando e Wellington também foram contra a criação de novos cargos e secretarias e contra indicações para o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MA), para onde o governador Carlos Brandão enviou seu próprio sobrinho e quer enviar seu próprio advogado.
Pode não ser o que parece, mas o que parece é que forças políticas ligadas ao Governo do Estado agem para aniquilar e silenciar seus opositores com a intenção de seguir governando sem vozes dissonantes na Assembleia Legislativa. E, para isso, estão usando forças no Judiciário.