Governador-tampão já chamou Lula de “golpista” por se apoderar dos projetos sociais do PSDB, como o bolsa-escola.
Carlos Brandão fez o anúncio de que no próximo dia 02 de setembro o ex-presidente Lula estará no Maranhão. Pelo Twitter, o governador anunciou:
“Tá confirmado! No dia 02/09 vamos receber o presidente Lula no maior ato político do Maranhão e um dos maiores do Brasil nessas eleições 2022. Comigo, Lula, Dino e Camarão, vamos fazer ainda mais para garantir desenvolvimento com qualidade de vida a todos os maranhenses”.
Lula é candidato à presidente e, segundo as pesquisas, lidera a corrida eleitoral deste ano. No Maranhão, o Partido dos Trabalhadores está coligado ao PSB, partido comandado por Flávio Dino, e que hoje abriga o eterno tucano Carlos Brandão.
A esperança do grupo dino/brandonista é conseguir tirar proveito da imagem do Lula e de sua força eleitoral para conquistar os votos dos mais apaixonados pelo petista.
O Carlos Brandão que agora força a barra pra parecer aliado de Lula, já fez vários ataques ao petista, a quem já chamou até de golpista.
A agenda contou com a participação vereadores, deputados federais e estaduais, lideranças da região e população em geral
A caminhada Weverton Rocha (PDT) no bairro do São Bernardo aconteceu nesta segunda-feira (22). Por onde a caravana passava, o candidato pela coligação “Juntos pelo Trabalho”, conversava com os moradores e comerciantes, falando de suas propostas para mudar a realidade do Maranhão e escutando suas sugestões e reclamações.
Para a dona de casa, Maria de Jesus Oliveira, Weverton tem potencial e boas propostas para a comunidade. “Conheço ele há muito tempo, acompanho a vida política dele e vejo que é um político atuante. Essas são algumas das razões que me levam a votar nele, porque sei que nosso bairro, e nosso estado, estarão em boas mãos”, disse.
O vereador Raimundo Penha (PDT), ressaltou a importância em ter Weverton Rocha como candidato ao governo do estado. “Estou muito feliz em ter você e o Osmar Filho aqui na nossa região. Sempre tivemos o seu apoio para tentar melhorar a nossa comunidade, e tenho certeza que se como senador você fez tanto, imagina como governador. Você é a esperança de dias melhores para o nosso povo”, afirmou.
Weverton Rocha agradeceu o apoio da comunidade e reafirmou sua determinação em trabalhar em prol do trabalhador. “Nosso grupo já realizou ações concretas aqui no bairro, como a reforma e ampliação da Unidade Mista do São Bernardo, que foi realizada com verbas que eu destinei. Mas sei que ainda tem muitos problemas que precisam ser resolvidos, por isso quero ser governador, porque conheço nosso estado e sei o que é preciso para girar a chave para a evolução do nosso Maranhão”.
Reunião Vila Embratel – Depois da caminhada Weverton Rocha seguiu para o bairro da Vila Embratel, na região Itaqui Bacanga, onde foi recepcionado de forma calorosa pela população. Junto com os vereadores de São Luís, o candidato a deputado estadual Osmar Filho (PDT), o deputado federal Josimar de Maranhãozinho (PL), candidato à reeleição, o prefeito de Aldeias Altas, Kedson Araújo Lima (PL), e o presidente do PDT em Caxias, Ironaldo Alencar, participou de uma grande reunião onde expôs as suas propostas para uma Maranhão de oportunidades e geração de emprego e renda para a população.
O vereador e candidato a deputado Estadual, Osmar Filho, salientou a importância da Área Itaqui Bacanga. “Essa é uma das regiões que mais contribui com a economia do Maranhão. É onde se encontram muitos dos complexos industriais e uma das maiores populações. E mesmo com tantos atrativos, ainda é deixada de lado. Tenho certeza que com Weverton no governo, nossa comunidade irá crescer e se desenvolver como a nossa gente merece”, afirmou.
O deputado federal, candidato à reeleição, Josimar de Maranhãozinho, falou sobre a força que o povo possui para comandar o estado. “Sempre que chegamos às nossas ações somos recebidos com muito carinho, a população está abraçando Weverton e quer ele no comando do nosso Maranhão. Vamos mostrar a força da nossa gente, mostrar que o povo é quem vota e quem escolhe, vamos com tudo”, declarou.
Weverton Rocha falou sobre suas propostas e agradeceu o apoio de toda região do Itaqui Bacanga.
“Vamos trazer de volta o programa “Primeiro Emprego” para nossos jovens, e o “Segunda Chance” para as mulheres acima de 40 anos que queiram voltar ao mercado de trabalho”
Weverton Rocha
“Como senador sou o autor da Lei que proíbe corte de energia elétrica nas sextas-feiras, finais de semana, feriados e vésperas de feriados, entre outras tantas ações que realizei. Conto com o apoio de cada um de vocês e tenham a certeza que meu compromisso é de melhorar nosso estado, porque nosso povo é trabalhador, lutador e merece dignidade”, afirmou o candidato.
As 4 palavras escritas na palma da mão esquerda do presidente não foram usadas na entrevista. E por que estavam lá?
Jair Bolsonaro foi o primeiro candidato a ser entrevistado na série de sabatinas do Jornal Nacional, da Rede Globo, que iniciou nesta segunda (22). Em dado momento foi possível ver que havia as seguintes palavras escritas com caneta na palma da mão esquerda do presidente: “Nicarágua”, “Argentina”, “Colômbia” e “Dário Messer”.
Durante os 40 minutos de entrevista, o candidato à reeleição não tocou em nenhum assunto relacionado a essas palavras. Logo, os mais afoitos militantes anti-Bolsonaro começaram a levantar críticas. E até agora, muitos sites tentam explicar a situação afirmando que Bolsonaro não usou porque não teve oportunidade de tocar nos temas da “cola”.
Ora, alguém acredita mesmo que ele não seria capaz de lembrar de cabeça dessas 4 palavras? Ora, alguém já parou pra pensar por que elas estavam na mão esquerda e não na direita? E por que escrever na mão e não no papel que ele tinha sobre a mesa? Alguém acha que foi um descuido mostrar a mão para a câmera? Pobres ingênuos. Caíram na pegadinha. De novo.
Bolsonaro nunca quis tocar nesses assuntos durante a entrevista. Se quisesse teria feito e não precisaria de nenhuma “cola”. Em 2018, o então candidato fez a mesma coisa, só que com outras palavras. Na mão estavam escritas “Deus”, “família” e “Brasil”.
A intenção do “mito” é exatamente despertar a curiosidade, fazer com que as pessoas falem sobre isso, e pesquisem sobre os assuntos já que ele mesmo não falou. E principalmente que eleitores fora da bolha bolsonarista façam isso, já que nessa bolha esses temas já são conhecidos.
E não deu outra. Gente como Anita, Flavio Dino (PSB), sites e portais ligados à esquerda, e tantos outros caindo feito patinhos na estratégia, divulgando a “cola”, zombando da “burrice” do “aluno mal preparado”, quando, na verdade, estão fazendo exatamente o que ele pretendia: gerar engajamento fora da bolha bolsonarista.
Oito empresários holsonaristas teriam defendido em mensagens privadas a ruptura institucional caso Lula vença a eleição
Na manhã desta terça-feira (23), a Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em desfavor de vários empresários que em um grupo de mensagens do WhatsApp teriam defendido um golpe de estado em caso de derrota do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de outubro.
O caso foi originado em uma petição impetrada no inquérito que investiga Milícias Digitais, instaurado a partir de indícios e provas da existência de uma organização criminosa, de forte atuação digital, que se articularia em núcleos político, de produção, de publicação e de financiamento, com a finalidade de atentar contra a democracia e o Estado de Direito no país.
Entre os alvos da Operação desta terça autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal, estão os seguintes nomes:
O ministro do STF também determinou o bloqueio de bens e das redes sociais dos envolvidos, além de autorizar a queda dos sigilos bancários e a tomada de depoimento dos envolvidos.
A PF cumpre os mandados em São Paulo, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro e Ceará. Não há mandados de prisão.
Ex-prefeito de São Luís foi repetitivo nas respostas e demonstrou pouco conhecimento dos problemas do estado
Como primeiro entrevistado na sabatina do Jornal da Difusora 1ª Edição com os candidatos a governador do Maranhão, Edivaldo Holanda Jr. respondeu basicamente 5 questões, em dois blocos de 13 minutos.
Holandinha foi muitas vezes evasivo e demasiadamente repetitivo. Evitou ser interrompido durante as suas longas respostas, ignorando estrategicamente as intervenções dos jornalistas, e gastou a maior parte do tempo à toa, “enrolando” mesmo, como se torcesse para que chegasse logo ao fim a sabatina.
Ficou perdido nos 2 minutos que tinha para considerações finais, extrapolou o tempo sem conseguir, no entanto, fazer o básico que deveria: pedir voto e dizer seu número.
Nem se pode dizer que o ex-prefeito de São Luís enfrentou questões duras de serem respondidas. Perguntado sobre itens do seu próprio plano de governo, Edivaldo foi superficial e deu respostas ensaiadas.
Basicamente, respondia sobre o “Maranhão Já”, item do seu plano que traz como eixos o Auxílio Maranhão, o Emprego Já e o Mais indústrias. Depois seguia a enfadonha ladainha de descrever o que teria feito quando governou a Capital.
Mesmo quando perguntado especificamente sobre um item relativo ao seu plano de governo, a simplificação e redução da carga tributária, lhe faltou objetividade, como se talvez nem tivesse lido seu próprio plano. E a reposta dada seguiu o mesmo roteiro das anteriores.
Falava do Maranhao Já e invocava a experiência de quando foi prefeito de São Luís, como se isso bastasse para lhe qualificar a ser escolhido governador e não os outros candidatos.
Aliás, esse foi o único questionamento mais duro feito na sabatina, ao ser confrontado com o fato de que quando foi eleito prefeito de São Luís a primeira vez, em 2012, também não tinha experiência nenhuma. E se fosse assim, como poderia falar de gerar empregos para jovens sem experiência no mercado de trabalho com esse discurso?
O ex-prefeito acabou recorrendo ao fato de já ter sido vereador e deputado federal antes de ser prefeito. E foi lembrado que, sendo assim, seus concorrentes agora na disputa para o governo também têm experiência na vida pública. Um, por exemplo, é ex-prefeito também, outro já foi secretário de estado, outro é senador e já foi deputado.
Mas, Edivaldo insistiu que só ele tem experiência e, por isso, seria o melhor para governar o Maranhão. Só que, de verdade, não foi o que ficou demonstrado na sabatina. Edivaldo não teve um bom desempenho como teve no debate da última quinta-feira (18) contra os outros candidatos.
Ex-governadora perde apoio de lideranças e aposta no recall para sair das urnas com grande votação
Ainda no período de pré-campanha, os mais entusiasmados aliados de Roseana Sarney falavam que a ex-governadora seria a grande puxadora de votos do MDB e que facilmente chegaria a 300 mil votos na disputa pela Câmara Federal, servindo, assim, para fazer o partido chegar no total de votos capaz de garantir até 4 vagas de deputado em Brasília.
É compreensível tamanha euforia, afinal Roseana foi 4 vezes governadora, guarda um histórico de relações políticas com inúmeras lideranças antigas e novas, e goza de um sentimento afetivo de boa parte dos eleitores do estado.
No entanto, enganam-se que isso seja suficiente para fazê-la sair das urnas com votação tão expressiva. E esse é o problema. Ao não se realizar tamanha expectativa, fará com que Roseana, mesmo eleita e bem votada, saia menor do processo eleitoral.
Ademais, o pragmatismo político tem feito a ex-governadora perder apoios importantes, como do futuro presidente da Câmara de São Luís, vereador licenciado Paulo Victor (PCdoB), obrigado pelo Palácio dos Leões a recuar da declaração de apoio.
Se não souber entender o que significa a disputa sem a força dos Leões, Roseana estará fadada ao fracasso eleitoral e correrá o risco de sequer ser eleita.