Paula Azevedo foi referência durante Fórum Jurídico que tratou do tema, em São Luís, na última quinta-feira (28)
Através do Programa de Regularização Fundiária desenvolvido na gestão da prefeita Paula Azevedo (PCdoB), foram entregues mais de 2.000 títulos de propriedades no município de Paço do Lumiar, na Grande Ilha de São Luís.
O tema ganhou destaque durante o Fórum Jurídico “Legal Day” de Regularização Fundiária do núcleo maranhense da Associação Brasileira das Mulheres de Carreira Jurídica- ABMCJ, da Associação dos Magistrados do Estado do Maranhão- AMMA, que aconteceu nesta quinta-feira (28) na sede da instituição, na Capital Maranhense.
A prefeita Paula falou dos desafios e objetivos alcançados, e como o Programa se tornou referência em todo o Maranhão, em razão da metodologia aplicada. É a própria prefeitura que executa o mapeamento, análise, situação e emissão gratuita dos títulos ao morador. Desse modo, o processo ganha agilidade, pois é feito de forma simples, gratuíta e mais eficiente, facilitando a vida de quem busca o benefício.
“Para muitos a regularização parece um processo difícil, mas com o programa realizado pela Prefeitura, eles precisam só fazer o cadastro, depois a situação da propriedade é avaliada pelas nossas equipes e então seguimos com o processo de forma gratuita”
Paula Azevedo
Segundo a gestora, Paço do Lumiar é o único município no Estado com esse tipo de programa. “É assim que nós demonstramos nossa atenção com o luminense”, garante.
Paula Azevedo apresentou os números do trabalho em localidades como Residencial Menino Gabriel, Vila Epitácio Cafeteira, Armindo Reis, Nova Vida, Parque Horizonte, Nova Olinda, Cidade Verde, Safira e outras áreas, totalizando mais de 2000 entregas.
A regularização fundiária é um importante instrumento de promoção e justiça social pois traz segurança para inúmeras famílias que viveram o medo e a incerteza no que diz respeito ao direito à sua propriedade ao longo de décadas
Patrícia Lélis contou em sua conta no Twitter que o filho do Presidente “tem pedido pros amigos me processarem pra defender o p*u pequeno dele”
Segundo Patrícia, o processo é público e pode ser acessado por qualquer pessoa. Ela contou que a ação registrada com o número 1058019-75.2020.8.26.0100 SP é movida por Leonardo Antonio Corona Ramos, engenheiro, que seria amigo do deputado federal do PL.

“Um amigo do Eduardo Bolsonaro me processou, processo sem pé nem cabeça. Do nada o cara coloca no processo meus posts chamando Eduardo Bolsonaro de pau pequeno e defende o pau do amigo”,
Patrícia Lélis
A processado trata como piada o fato de Eduardo estar pedindo aos amigos para processarem ela “pra defender o p*u pequeno dele.”
De fato, o assunto acabou se transformado em piada na rede social.


Além de duas novas embarcações que serão construídas com financiamento garantido pelo Ministério da Infraestrutura, também há projeto aprovado de um píer
Para o ano de 2022, o Ministério da Infraestrutura do Governo Federal tem liberado R$ 1 bilhão para investimentos na construção e reformas de embarcações e infraestrutura de transporte aquaviário no país.
De 15 projetos já aprovados, 3 são para a empresa Internacional Marítima, que atua no Maranhão na travessia Ponta da Espera/Cujupe, pela Baía de São Marcos. 2 projetos são para a construção de novas embarcações e 1 para a construção de um píer flutuante.
A informação do recurso liberado já foi publicada no Diário Oficial da União do dia 2 de maio e dá conta de um montante da ordem de R$ 50 milhões para a construção de dois super ferry boats a serem fabricados no Estaleiro Indústria Naval Catarinense (INC), com capacidade para 800 passageiros e 80 veículos, com prazo estipulado de 450 dias para a conclusão dos projetos.
O financiamento foi aprovado pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante, de onde se origina o recurso federal a ser utilizado pela empresa Internacional Marítima.
Além do financiamento para a fabricação das duas embarcações, já está aprovado também para 2022 a liberação do projeto de construção de um píer flutuante.
A informação foi dada em primeira mão no dia 26 de junho, no Jornal da Difusora 1ª Edição, numa entrevista com a deputada Thaiza Hortegal, que também criticou o fato de as diferenças políticas entre o governador com o presidente causar atrapalhos na resolução do caos no sistema aquaviário do estado, que poderiam ser resolvidos se os governantes fossem em busca desses recursos para o estado. Veja:
O governo pagaria a uma empresa do RJ R$ 76 por cada cesta básica que custa R$ 69 reais no mercado local
Na tarde desta quarta-feira (27), a licitação no valor de R$ 38 milhões que pretendia comprar 500 mil cestas básicas foi suspensa através de uma liminar expedida pela juíza Oriana Gomes, titular da 4.ª Vara da Fazenda Pública.
A aquisição dos pacotes de alimentos seria realizada junto a Ágile Corp Serviços, empresa do Rio de Janeiro cujo proprietário é o empresário José Mantuano Filho, que já foi preso durante a Operação Lava Jato suspeito de fraudes em licitação e pagamento de propinas a agentes públicos.
Conforme levantamento feito aqui no site, a compra das cesta básicas de daria de forma superfaturada, considerando que um pacote os mesmo itens e na mesma quantidade que compõem a cesta básica descrita no edital de licitação pode ser adquirido em um supermercado local com preço inferior (R$ 69,48) sendo comprado no varejo.
Enquanto o governo pagaria R$ 6,51 a mais pela mesma quantidade de alimentos em cada cesta. Mesmo adquirindo no atacado 500 mil unidades, o valor unitário sairia por R75,99.
A decisão da Justiça de suspender a licitação se deu em razão de um mandado de segurança impetrado pela LPS Comércio e Representações Eireli, uma das empresas prejudicadas nesse pregão eletrônico, que teria oferecido um menor preço, sendo assim a verdadeira vencedora do pregão eletrônico n.º 006/2022, no entanto foi desclassificada na licitação.
Em cima de uma máquina compactadora e acenando para populares, pré-candidato à reeleição, governador Brandão faz campanha antecipada na Capital
Na manhã desta quarta-feira, o governador do Maranhão fez campanha ao lado de aliados, vereadores e secretários de estado, no bairro Retiro Natal, num claro abuso de poder político.
Desrespeitando completamente legislação eleitoral, que veda a participação de detentores de mandato que são (pré) candidatos em eventos de inauguração ou atos de lançamentos de obras públicas, Brandão e aliados têm usado vistorias de obras de asfaltamento nos bairros e cidades do interior como pretexto para fazer campanha abertamente. A própria obra de asfaltamento já é usada de forma eleitora.
Mas se antes, pelo menos agiam de modo dissimulado para enganar a Justiça Eleitoral. Agora, a coisa está tão descarada que, na “vistoria” realizada hoje, teve até grito de guerra com o mote de campanha “o Maranhão não pode parar”.
Enquanto o governador protagonizava a pataquada de pilotar uma máquina compactadora e acenava para os presentes, um puxa-saco seguia gritando “eita, rapá, o Maranhão não pode parar, é Brandão”, típico de período de propaganda eleitoral.
A campanha irregular seguia com o grito de “esse cara é diferente”. E ao final do ato ilegal, todos se juntaram para um grito de guerra.
Outras ações dessa natureza já haviam sido registradas, mas sem tanto descaramento. Como nenhuma providência tem sido adotada, a impunidade se transforma num vetor que fomenta a ousadia e o destemor. Seguem impunes e repetindo o crime.
Veja o vídeo
Levantamento reuniu 57 promessas feitas na campanha eleitoral de 2018 e concluiu que apenas 36% dos compromissos assumidos foram cumpridos
De acordo com os critérios adotados na metodologia de avaliação de promessas de campanha dos políticos, o portal G1 afirma que em 3 anos e meio da gestão de Flávio Dino (PSB) e Carlos Brandão (PSB) das 57 promessa feitas, apenas 21 foram cumpridas. Entre elas, estão compromissos nas áreas de direitos humanos e sociais, economia, infraestrutura e segurança pública.
Considerando os dados do levantamento divulgado nesta quarta-feira (27), pode-se concluir que a dupla de comunosocialistas falhou na missão a que se propôs. E isso se reflete nos resultados apresentados também em lentamente sobre a situação de pobreza e miséria no estado do Maranhão.
Segundo dados do IBGE, o estado tem os 40 municípios mais pobres do Brasil. No fim do governo de Roseana Sarney, eram 22. Segundo estudo do FGV Social com base em dados também do IBGE, o Maranhão tem mais de 4 milhões de pessoas vivendo na pobreza, quase 60% da população.
A declaração expressa e sem vergonha alguma de que, além de falharem na missão de elevar o indicies sociais do estado, se aproveitam da miséria pelas quais hoje também são responsáveis, é a distribuição de cestas básicas compradas superfaturadas para a distribuição aos famintos do estado, assim como a distribuição de pescados, às vezes até peixe estragado, para tentar minimizar a fome dos maranhenses, com o intuito de angariar apoio e votos para suas eleições.