Além de duas novas embarcações que serão construídas com financiamento garantido pelo Ministério da Infraestrutura, também há projeto aprovado de um píer
Para o ano de 2022, o Ministério da Infraestrutura do Governo Federal tem liberado R$ 1 bilhão para investimentos na construção e reformas de embarcações e infraestrutura de transporte aquaviário no país.
De 15 projetos já aprovados, 3 são para a empresa Internacional Marítima, que atua no Maranhão na travessia Ponta da Espera/Cujupe, pela Baía de São Marcos. 2 projetos são para a construção de novas embarcações e 1 para a construção de um píer flutuante.
A informação do recurso liberado já foi publicada no Diário Oficial da União do dia 2 de maio e dá conta de um montante da ordem de R$ 50 milhões para a construção de dois super ferry boats a serem fabricados no Estaleiro Indústria Naval Catarinense (INC), com capacidade para 800 passageiros e 80 veículos, com prazo estipulado de 450 dias para a conclusão dos projetos.
O financiamento foi aprovado pelo Conselho Diretor do Fundo da Marinha Mercante, de onde se origina o recurso federal a ser utilizado pela empresa Internacional Marítima.
Além do financiamento para a fabricação das duas embarcações, já está aprovado também para 2022 a liberação do projeto de construção de um píer flutuante.
A informação foi dada em primeira mão no dia 26 de junho, no Jornal da Difusora 1ª Edição, numa entrevista com a deputada Thaiza Hortegal, que também criticou o fato de as diferenças políticas entre o governador com o presidente causar atrapalhos na resolução do caos no sistema aquaviário do estado, que poderiam ser resolvidos se os governantes fossem em busca desses recursos para o estado. Veja:
O governo pagaria a uma empresa do RJ R$ 76 por cada cesta básica que custa R$ 69 reais no mercado local
Na tarde desta quarta-feira (27), a licitação no valor de R$ 38 milhões que pretendia comprar 500 mil cestas básicas foi suspensa através de uma liminar expedida pela juíza Oriana Gomes, titular da 4.ª Vara da Fazenda Pública.
A aquisição dos pacotes de alimentos seria realizada junto a Ágile Corp Serviços, empresa do Rio de Janeiro cujo proprietário é o empresário José Mantuano Filho, que já foi preso durante a Operação Lava Jato suspeito de fraudes em licitação e pagamento de propinas a agentes públicos.
Conforme levantamento feito aqui no site, a compra das cesta básicas de daria de forma superfaturada, considerando que um pacote os mesmo itens e na mesma quantidade que compõem a cesta básica descrita no edital de licitação pode ser adquirido em um supermercado local com preço inferior (R$ 69,48) sendo comprado no varejo.
Enquanto o governo pagaria R$ 6,51 a mais pela mesma quantidade de alimentos em cada cesta. Mesmo adquirindo no atacado 500 mil unidades, o valor unitário sairia por R75,99.
A decisão da Justiça de suspender a licitação se deu em razão de um mandado de segurança impetrado pela LPS Comércio e Representações Eireli, uma das empresas prejudicadas nesse pregão eletrônico, que teria oferecido um menor preço, sendo assim a verdadeira vencedora do pregão eletrônico n.º 006/2022, no entanto foi desclassificada na licitação.
Em cima de uma máquina compactadora e acenando para populares, pré-candidato à reeleição, governador Brandão faz campanha antecipada na Capital
Na manhã desta quarta-feira, o governador do Maranhão fez campanha ao lado de aliados, vereadores e secretários de estado, no bairro Retiro Natal, num claro abuso de poder político.
Desrespeitando completamente legislação eleitoral, que veda a participação de detentores de mandato que são (pré) candidatos em eventos de inauguração ou atos de lançamentos de obras públicas, Brandão e aliados têm usado vistorias de obras de asfaltamento nos bairros e cidades do interior como pretexto para fazer campanha abertamente. A própria obra de asfaltamento já é usada de forma eleitora.
Mas se antes, pelo menos agiam de modo dissimulado para enganar a Justiça Eleitoral. Agora, a coisa está tão descarada que, na “vistoria” realizada hoje, teve até grito de guerra com o mote de campanha “o Maranhão não pode parar”.
Enquanto o governador protagonizava a pataquada de pilotar uma máquina compactadora e acenava para os presentes, um puxa-saco seguia gritando “eita, rapá, o Maranhão não pode parar, é Brandão”, típico de período de propaganda eleitoral.
A campanha irregular seguia com o grito de “esse cara é diferente”. E ao final do ato ilegal, todos se juntaram para um grito de guerra.
Outras ações dessa natureza já haviam sido registradas, mas sem tanto descaramento. Como nenhuma providência tem sido adotada, a impunidade se transforma num vetor que fomenta a ousadia e o destemor. Seguem impunes e repetindo o crime.
Veja o vídeo
Levantamento reuniu 57 promessas feitas na campanha eleitoral de 2018 e concluiu que apenas 36% dos compromissos assumidos foram cumpridos
De acordo com os critérios adotados na metodologia de avaliação de promessas de campanha dos políticos, o portal G1 afirma que em 3 anos e meio da gestão de Flávio Dino (PSB) e Carlos Brandão (PSB) das 57 promessa feitas, apenas 21 foram cumpridas. Entre elas, estão compromissos nas áreas de direitos humanos e sociais, economia, infraestrutura e segurança pública.
Considerando os dados do levantamento divulgado nesta quarta-feira (27), pode-se concluir que a dupla de comunosocialistas falhou na missão a que se propôs. E isso se reflete nos resultados apresentados também em lentamente sobre a situação de pobreza e miséria no estado do Maranhão.
Segundo dados do IBGE, o estado tem os 40 municípios mais pobres do Brasil. No fim do governo de Roseana Sarney, eram 22. Segundo estudo do FGV Social com base em dados também do IBGE, o Maranhão tem mais de 4 milhões de pessoas vivendo na pobreza, quase 60% da população.
A declaração expressa e sem vergonha alguma de que, além de falharem na missão de elevar o indicies sociais do estado, se aproveitam da miséria pelas quais hoje também são responsáveis, é a distribuição de cestas básicas compradas superfaturadas para a distribuição aos famintos do estado, assim como a distribuição de pescados, às vezes até peixe estragado, para tentar minimizar a fome dos maranhenses, com o intuito de angariar apoio e votos para suas eleições.
Irmão do prefeito de São Luis já apareceu em pesquisa de intenção de votos na frente de vários deputados
Movimentações intensas, visitas à vários bairros da capital, diálogo com lideranças no interior do estado. Essa tem sido a rotina do irmão caçula do prefeito da Capital Maranhense que já o faz aparecer como forte concorrente para conquistar uma vaga de deputado estadual.
E a conta é que se uma cadeira for conquistada por ele, é menos uma vaga para os outros concorrentes. Isso tem causado preocupação para alguns deputados de mandato que têm sentido a dificuldade na busca da reeleição.
Com isso, até o prefeito da capital virou alvo de algumas críticas que vinculam os dois irmãos na tentativa de atingir a pré-candidatura do Braide caçula.
Isso não é uma boa estratégia dos adversários, considerando que a aprovação do prefeito Eduardo Braide está acima de 60%, segundo levantamentos junto à população, e Fernando Braide, que deve sim desfrutar da aprovação do irmão mais velho, já apareceu em 4º lugar em pesquisa de intenção de votos para a deputado, numa disputa de 42 vagas. Posição privilegiada.
Certamente, o pré-candidato será cada vez mais transformado em alvo, especialmente tendo o próprio irmão usado pelos concorrentes para atingi-lo.
Mas, como já escrevi aqui em outra postagem, não se pode negar que Fernando está fazendo o dever de casa, e os números estão mostrando resultado. A continuar assim, pode preparar o terno.
Continua envolvida em polêmica a embarcação trazida do Pará e apresentada pelo Governo como “nova” à população do Maranhão.
Neste segunda-feira (26), passou a circular um vídeo que mostra a embarcação soltando muita fumaça. Há muita especulação em torno do que teria ocorrido com a balsa fluvial vinda das águas do Amazonas que foi transformada em ferry boat para navegar na baía de São Marcos.
Alguns comentários na internet dão conta de que o motor da embarcação teria pegado fogo, e os mais afoitos declararam que o casco teria rachado. Mas, a verdade é que nenhum dessas informações pode ser considerada verdadeira.
Assim como também é verdade que não se sabe exatamente o que ocorreu, pela completa falta de transparência com que trata o caso o Governo do Maranhão através da Agência Estadual de Mobilidade Urbana – MOB, abrindo espaço para especulações e medo.
Nenhuma nota, nenhuma manifestação oficial. Resta apenas uma suposta informação que teria sido dada informalmente pelo presidente da MOB, Celso Borgneth, de que a embarcação estaria “parada na boia para manutenção desde cedo.”
Ora, o ferry José Humberto foi liberado novamente para circular há apenas uma semana. Que manutenção já seria necessária, haja vista a liberação por parte da Capitania dos Portos, alegando que todas irregularidades técnicas haviam sido sanadas?
Fato é que, sim, o ferry foi flagrado soltando muita fumaça. E o fato pode até estar ligado a alguma manutenção que estivesse sendo realizada, mas dizer que é fake news é, além de cara de pau, mais uma tentativa de enganar a população maranhense em torno de todo o caso envolvendo essa embarcação.
Veja o vídeo: