O primeiro hospital maranhense para tratamento e prevenção do câncer fora da capital foi inaugurado em Pinheiro, nesta sexta-feira (1). Defensor da luta contra o câncer, o deputado estadual Fernando Braide (PSD) participou da entrega e se comprometeu a colaborar para o funcionamento do Hospital Dr Antonio Dino, que irá descentralizar os atendimentos e aproximar serviços essenciais da população do interior do estado.
Ao lado de colaboradores e voluntários da fundação Antônio Dino e do presidente em exercício da instituição, o deputado estadual Fernando Braide conheceu as instalações da nova unidade hospitalar, na baixada maranhense, e destacou a importância da iniciativa para o fortalecimento do combate ao câncer no Maranhão.
“Esse é um investimento para a nossa população no que diz respeito ao combate ao câncer. Descentralizar a prestação dos serviços de saúde é uma forma de alcançar os cidadãos com mais rapidez, proporcionando ações efetivas de prevenção no interior do estado e possibilitando que o diagnóstico de novos casos aconteça de forma precoce”, destacou o parlamentar que tem a luta contra o câncer como uma das bandeiras de seu mandato.
Durante a cerimônia de entrega, que contou, também, com a presença de autoridades e da população de Pinheiro, Antônio Dino Tavares reforçou os benefícios do hospital especializado em tratamento oncológico que irá beneficiar mais de 40 municípios da baixada e litoral Norte maranhense.
“Com o Hospital Dr. Antonio Dino em Pinheiro, pacientes que se deslocam, atualmente, para receber o atendimento em São Luís, poderão ser atendimentos em sua região. Assim, economizarão tempo, dinheiro e terão mais conforto em seus tratamentos”, frisou o presidente em exercício da fundação.
Ainda de acordo com Antônio Dino Tavares, a Fundação Antonio Dino desenvolve vários projetos de combate e prevenção, e trata da importância da descentralização do tratamento oncológico no estado. O hospital em Pinheiro dá início a esse processo e a expectativa é de que, em breve, novas cidades recebam novos hospitais.

O jornalista e radialista João Filho receberá o Título de “Cidadão Ludovicense” em Sessão solene, que será realizada no próximo dia 07 de dezembro, às 14h, no Plenário Simão Estácio da Silveira, na Câmara Municipal de São Luís.
A honraria é de iniciativa da vereadora Fátima Araújo (PCdoB) e foi aprovada, por unanimidade, pela Casa de Leis por meio do Decreto Legislativo n.º 0109/2023.
“Como Vereadora, entendo que o Título de Cidadão Ludovicense é o reconhecimento daqueles que deixaram sua cidade natal e, com residência no município de São Luís, de forma comprometida, contribuem para o crescimento desta cidade e do nosso Estado. Pessoas diferenciadas que empregam força, determinação, coragem e conhecimentos significativos para a realização de ações que suscitam a esperança de uma sociedade mais justa e uma população mais assistida”, afirmou Fátima Araújo ao defender a homenagem.
João Benedito Pereira, popularmente conhecido como João Filho, nasceu na comunidade Floresta, zona rural do município de Bequimão, na baixada maranhense, em junho de 1975. É filho do agricultor/pescador Benedito Pereira (Bitão) e da agricultora e servidora pública aposentada Joana Pereira.
João Filho, assim como várias crianças que nascem no interior do Maranhão, enfrentou diversas dificuldades, mas sempre lutou para conquistar o sonho de ser jornalista.
“Eu percorria quilômetros de estrada de barro a pé e atravessava rios cheios no período de inverno para chegar à escola mais próxima, Atanásio Martins, localizada no povoado Barroso, que fica a três quilômetros da comunidade onde morava. A minha vida nunca foi tarefa fácil, sempre foi de luta, de batalhas, incentivado por poucos e desmotivado por muitos”, relembra o agora jornalista.
Em 1995 concluiu o tão sonhado segundo grau e em 1997 deixou a família na zona rural de Bequimão em busca de trabalho em São Paulo, mas retornou para o Maranhão três meses depois e foi morar na casa de parentes no bairro Liberdade, em São Luís. Dias após chegar na capital maranhense começou trabalhar na obra do elevado do Calhau e de lá, convidado pelo mestre de obra da construção, foi trabalhar em Belém do Pará.
Em 1998 João Filho retorna para São Luís para trabalhar como zelador em um hospital particular da capital maranhense. Mesmo fazendo cursos na área de saúde, o grande sonho era ser jornalista. “Cheguei a me interessar pela enfermagem e radiologia. Inclusive, fiz o curso de técnico em enfermagem, mas o sangue que pulsava em minhas veias era radialismo e jornalismo”, conta o comunicólogo.
Depois de cinco anos trabalhando no hospital, João Filho foi demitido. Porém na demissão surgiu uma oportunidade e o ex-auxiliar de serviços gerais se encontrou com jornalismo em 2003. “Minha saída desse hospital abriu novos caminhos. Comecei a trabalhar na rádio Cultura FM do Maiobão aos domingos, onde conheci Stênio Kawasaki, profissional que me deu a primeira oportunidade de falar em uma rádio FM”, diz ele – muito alegre .
Após a primeira experiência trabalhando em um veículo de comunicação, o agora jornalista deixou o Maranhão e viajou, em 2005, para o Rio de Janeiro. Por lá trabalhou nas rádios Carioca AM, Rádio 1440 AM, Rádio Fluminense AM 540 e rádio Opção News FM.
Ainda na capital carioca, João deu mais um passo em busca de formação na área de comunicação social: iniciou o curso de jornalismo na Unicarioca. Voltou para o Maranhão a convite do empresário e radialista Léo Felipe, e, em 2015, aos 40 anos de idade, concluiu a formação superior em jornalismo na Faculdade Estácio, em São Luís.
No Maranhão João Filho trabalhou nas rádios Mais FM 99,9 MHZ, Cidade FM 99,1 MHZ, Nova FM 93,1 MHZ, Maracú FM 93,9 MHZ, Educadora AM 560 KHZ, Difusora AM 680 KHZ, Timbira AM 1290 KHZ e Capital AM 1180 KHZ. Atualmente é editor do Portal G7 (www.g7ma.com) e, também, tem um blog (www.joaofilho.com).
A Sessão solene de entrega do Título de Cidadão Ludovicense ao bequimãoense João Filho será transmitida, ao vivo, pelo canal da Câmara no YouTube.
O senador Weverton Rocha (PDT-MA), relator da indicação de Flávio Dino ao Supremo Tribunal federal (STF), vai apresentar na próxima semana o seu parecer. A expectativa é de que a sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) ocorra no dia 13 de dezembro.
“Irei apresentar o relatório falando sobre o pleno saber jurídico que hoje a maioria dos ministros do Supremo que estão tanto no exercício de suas funções ou como aposentado os têm. Temos muita tranquilidade em levar um relatório com a indicação para aprovação do nosso sabatinado”, destacou o parlamentar.
Weverton acompanhou Dino em uma série de visitas a diversos senadores na Casa Legislativa. O ministro da Justiça tem conversado com os parlamentares para apresentar suas posições jurídicas nos dias que antecedem a sabatina na CCJ e a votação no plenário.
“Eu acho que vamos sair com no mínimo 50 votos, que é um número tranquilo para passar no plenário”, ressaltou o senador.
Os relatores das indicações de autoridades devem manifestar se o indicado cumpre ou não os requisitos e geralmente o fazem antes da sabatina. No caso do STF, algumas das exigências são ter “notável saber jurídico e reputação ilibada”, mas Weverton decidiu já manifestar publicamente seu apoio ao candidato a uma das 11 cadeiras na suprema Corte.
“Geralmente o relator aguarda a sabatina para fazer a sua declaração de voto, mas um caso como esse, que está tendo muita especulação, é importante você sair e já falar que eu irei apresentar o relatório falando sobre a sua vida vitoriosa, dos plenos saberes jurídicos”, destacou.
Depois de passar pelo crivo da comissão, Dino ainda precisa dos votos favoráveis de pelo menos 41 dos 81 senadores no plenário do Senado.
Dino foi indicado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva nesta segunda-feira (27) para ocupar vaga na Corte Suprema, aberta com a aposentadoria compulsória de Rosa Weber, que completou 75 anos no início do mês.
Formado em direito pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com mestrado na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Flávio Dino foi juiz federal por 12 anos, período no qual ocupou postos como a presidência da Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) e a secretaria-geral do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
Inevitável?
Até o momento, os indicativos são de que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, tem mais possibilidades de se reeleger do que não se reeleger. A principal questão é a forma como isso vai acontecer. Se no 1º turno ou no 2º; se num processo eleitoral mais fácil ou mais difícil; se contra muitos oponentes de uma vez ou vários oponentes separados etc. A construção desse caminho gira em torno das escolhas dos seus principais adversários que orbitam em torno da candidatura de Duarte Jr. Há inúmeros caminhos pra se chegar ao inevitável. As escolhas definem os caminhos.
Erro
A busca por unir em torno de Duarte todos os possíveis concorrentes do campo dinobrandonista e transformar a disputa num plebiscito é uma aposta alta, onde essa turma só vislumbra o sonho da vitória sobre o prefeito, ignorando o fato de que quanto maior a aposta maiores os riscos em torno dela. A vitória pode ser grande, a derrota maior ainda, sem chances de redenção, com consequências a longo prazo inestimáveis.
Monstro
Ao vencer uma possível disputa plebiscitária contra Duarte Jr., sem chances de segundo turno, Braide estará colocando no bolso, com uma mãozada só, o ex-governador Flávio Dino e o governador Carlos Brandão; o vice-governador, Felipe Camarão; a presidente da Alema, Iracema Vale; os satélites do dinismo Rubens Jr., Bira do Pindaré, Carlos Lula, Ricardo Cappeli, além de todos aqueles ligados ao dinobrandonismo, direta ou indiretamente envolvidos com a campanha de Duarte ou em oposição ao prefeito, como o presidente da Câmara, vereador Paulo Victor. Estarão criando um monstro político, com consequências para 2026, 2028 etc.

Erro 2
Imaginar que uma eleição de dois nomes, neste caso o prefeito e um opositor, é uma eleição de escolha entre um nome e outro é também um erro. O eleitor não irá pra urna escolher se quer Braide ou Duarte. A escolha do eleitor é entre “sim” e “não” para o prefeito, se quer que Braide continue ou se quer interromper sua estada na prefeitura. . Tendo sido aprovada a gestão, a regra é que o eleitor opte por SIM, continuar com o prefeito. Se reprovada a gestão, o eleitor escolhe NÃO continuar. A escolha do NÃO pode invariavelmente beneficiar o opositor, seja ele quem for, Duarte, Neto; mas a escolha do eleitor é entre o SIM e o NÃO. Em regra, esse é o drive. Considerar a exceção é ingenuidade.
Estratégia
Sem outras candidaturas no processo eleitoral capazes de discutir de forma ampla questões sensíveis e mostrar ao eleitor de forma desnuda a gestão municipal, seus erros, as promessas não cumpridas, a tendência é de que não sobre outro nome senão de Eduardo Braide, submetido ao SIM e NÃO num cenário de alta aprovação, resultando numa reeleição relativamente tranquila contra um único adversário “pesado” e avaliado pelo opositor, por todo esse cenário, como o melhor a ser batido.
Rabo de olho
Os nomes que se apresentam no grupo dinobrandonista como possíveis candidatos são vistos com desconfiança por aqueles que pensam a candidatura de Duarte Jr.. É de se considerar que, primeiro, ninguém “engole” Duarte Jr.. Depois que quando um deles estiver na 3ª posição é hora de vaca desconhecer bezerro. Vislumbrando a possibilidade de chegar ao 2º turno, aquele que ocupa o 3º lugar mira no próximo acima dele, formando um duelo entre 3º e 2º lugar, deixando livre e limpo o céu para o voo de quem está na 1ª posição. Recorra ao passado recente e lembre da disputa de 2020 com Neto Evangelista partindo pra cima de Duarte Jr. Diz o ditado que passarinho não come pedra porque sabe o c* que tem. A turma em torno de Duarte teme exatamente esse cenário, por isso, quer tirar “aliados” da disputa. Falta confiança. Braide agradece.

Lote 10
Depois de dar de ombros para partidos durante todo o mandato, o prefeito de São Luís abre o pregão e começa a leiloar os espaços da gestão municipal com vistas à eleição do ano que vem. Braide é do tipo just in time, faz e desfaz as coisas na hora certa. Hora certa pra ele. Até agora contando apenas com seu próprio partido, o PSD, o prefeito entregou ao Republicanos o comando da SEMCAS. Anote, no entanto, que na “hora certa”, Braide vai tomar a secretaria. Mas, só depois da eleição.

Falando nisso
Qual destino foi dado à vice-prefeita Esménia Miranda? Foi apenas mais uma uma mulher negra da periferia usada na “hora certa” como amuleto para a eleição de Braide? Alçada ao cargo de secretária municipal de Educação, na “hora certa” foi retirada do cargo e relegada ao anonimato na gestão municipal. Até parece que a cidade nem tem vice-prefeita. O protagonismo de Esmênia foi apenas utilitário.

E nisso
De volta à normalidade, sem a necessidade de fingimentos de ideais, o pragmatismo político faz Eduardo Braide escolher o vice padrão. Pensando em disputar o governo em 2026, o prefeito deixará a prefeitura nas mãos do vice a ser eleito com ele em 2024. Desse modo, David Coldebella, titular da Semosp, amigo de confiança do prefeito, deve compor a chapa.

Elite
Alguém aí já notou que todo prefeito de São Luís faz “intervenções e melhorias” na avenida dos Holandeses? A cada mandato, a via é recapeada, asfaltada, sinalizada, ampliada. Localizada em área nobre, a Holandeses faz parte do trajeto do prefeito, ex-prefeitos, deputados, membros do judiciários e outros ricos da sociedade que mantém residências, escritórios e negócios na avenida ou em seu entorno. Talvez essa seja a melhor explicação par tanta “preocupação”, a ponto de até o governador mandar fazer um viaduto sem real necessidade de prioridade na via, enquanto bairros afastados das áreas consideradas nobres enfrentam esgoto a céu aberto, pontes de madeira (ou nem isso), asfalto de papel…

Elite 2
Compare o tipo e qualidade na execução de obras nos bairros quando os gestores decidem assim fazer para dar a ideia de que também trabalham na periferia. Compare o Parque do Rangedor com a APA Itapiracó, compare coisas simples como o calçamento, a sinalização e a cerca. Compare a Praça do Foguetinho com qualquer pracinha na Cohab. Feitas de qualquer maneira, obras nos bairros são assim porque julgam os gestores que onde não tem nada qualquer coisa serve. E, pior, é exatamente assim que povo desses locais recebe. Pra quem não tinha nada, ter uma pracinha, ter um calçamento ou local de atividades ao ar livre, por mais meia boca que seja, é melhor que não ter. Triste.

Falando nisso
A Prefeitura de São Luís tem feito intervenções importantes nas avenidas da Capital. Mesmo que sejam obras já visando a eleição, não se pode negar sua importância. A ampliação de avenidas criando novas faixas só ainda não alcançou a avenida São Luís Rei de França, uma das piores vias. Será que Braide ainda não enxergou? Talvez se fosse um logradouro de moradia, de escritórios e de negócios de políticos e de suas famílias, já tivesse recebido inúmeros benefícios. E olha que a necessidade aumentou a partir da construção do Hospital da Ilha. É, quem nasceu pra ser Rei de França nunca será Holandeses.
Mistério no ministério
Quem é o servidor do alto escalão do governo Lula que pode ter cometido crime de falsidade ideológica ao declarar ter formação acadêmica que não tem? Segundo homem de um importante ministério petista, não há registro em nenhuma faculdade do país que possa comprovar que ele tenha diploma de nível superior, apesar de exibir o título de pós-graduado. Instado a apresentar comprovação de que seja formado, o tal diabo foge desesperadamente dessa cruz. Mesmo após protocolado um pedido via Lei da Informação, o ministério não apresentou, até o momento, cópia do diploma do servidor. Dizem que o ministro, seu chefe imediato, anda com o c* na mão com essa história, porque já haveria reincidência, já vista o pupilo já ter passado por outro cargo sob sua tutela cometendo o mesmo suposto crime. Eita, eita, eita. Que haja justiça nesse ministério. Au au.
Plantio
Uma foto do deputado Dr. Yglésio ao lado de Jair Bolsonaro em Brasília foi a semente para que jornalistas e blogueiros menos atentos divulgassem a informação de que o Dr. tem declarado o apoio do ex-presidente. Não tem não. A única declaração é do próprio deputado que escreveu na postagem que “com o apoio do presidente Bolsonaro, nossa pré-candidatura (…) segue firme”. Cadê a declaração do “Mito”? Não tem. Mas, isso pouco importa para o deputado, que conhece o funcionamento limitado da cabeça do eleitor que pretende atingir. Nessa relação, há sempre um esperto e um otario. Yglésio sabe quem é quem.

Falando nisso
Apressaram-se em dizer que uma foto do deputado Duarte Jr. ao lado da presidente do PT teria sido uma reação à aparição de Yglésio com o Jair. Bobagem. Apenas uma coincidência no timing certo. Duarte não foi correndo fazer foto com Gleisi Hoffman, nem ao lado de Lula, por causa disso. Bobagem. Pura bobagem de quem já começa pensar em narrativa eleitoral de disputa entre bolsonarismo X Lulismo par 2024. Em São Luís, isso já se provou equivocado. Querem tentar de novo? Arrocha aí.

Cagada
Vice-prefeito da cidade de Parnarama, no inteiro do Maranhão, exibiu orgulhoso em suas redes sociais a entrega de um vaso sanitário para uma eleitora. Gilson fez questão de gravar um vídeo desse momento primoroso da política. Autopromoção e constrangimento de sobra.

Faz o “L”
Em um ano, governo Lula gastou R$ 1 bilhão com viagens.

Faz o “L” 2
Previsível
Conforme dito pelo Colunaço do domingo passado, a ação movida por PSD e PSDB, por suposta fraude à cota de gênero na eleição de 2022, que poderia anular votos e deixar alguns deputados sem mandato, não vai dar em nada. Com julgamento iniciado na última segunda-feira, o primeiro a escapar foi Neto Evangelista (UNIÃO), após o relator, desembargador José Gonçalo Filho, se manifestar contra a ação e a favor da manutenção do mandato. O sistema, ah! o sistema.
Faz o “L” 3
Sob o governo Lula, estatais federais voltam a ter déficit. O rombo projetado é de R$ 4,5 bi, e o governo diz que dinheiro sairá do caixa de empresas
Faz o “L” 4
Aos 93 anos de idade, José Sarney tem sido consultado por integrantes do Palácio do Planalto em diversos assuntos, como indicações para o Supremo Tribunal Federal (STF), para a Procuradoria-Geral da República e também para o Tribunal Superior Eleitoral. O velho oligarca maranhense, há muito esquecido, volta a ser como figura central em Brasília.

Destino
Familiares de Flávio Dino avaliam que a melhor escolha de vida do político é sua ida para o STF. Sob ameaças veladas, a vida do ministro da Justiça impõe uma rotina estressante e intranquila para si e sua família. Dino já nem cumpre mais seu “ritual” quando volta à capital maranhense nos finais de semana. Sem praia, sem shopping, Dino enclausura a si e àqueles ao seu redor numa redoma de medo. E com razão. Deformado pelo poder, Flávio não criou as melhores condições para se aceito pelo Senado numa indicado presidencial para a Alta Corte, mas agora precisa correr atrás e garantir que Lula possa indicá-lo sem o risco de ser rejeitado pela Câmara Alta.
Órfãos
Torcida contrária fazem os filhos políticos de Dino, que enxergam um caminho mais tortuoso sem a presença do padrinho. No entanto, a vontade da família de sangue deve prevalecer na preferência de Dino. Apesar de parecer inabalável, Flávio tem lá suas fraquezas, de saúde, inclusive, que lhe exigem daqui em diante uma vida menos instável. Certamente que se fosse apenas por si só o julgamento de suas escolhas, enfrentaria essa loucura. Mas, sua família não quer isso.
Eu avisei
A cobrança do Presidente do Coren feita à comitiva que visitava o Hospital da Ilha na última semana não pegou de surpresa o leitor mais atento do Colunaço do Cappêta. O alerta foi feito no última final de semana: o “Programa Cuidar de Todos” exclui do “cuidado” os trabalhadores que estão há sete anos sem reajuste salarial. Dr. Julinho, prefeito de São José de Ribamar, alertou em reunião da Famem que o Programa não passava de utopia e que existem coisas mais importantes a serem feitas. Parece que a razão persegue os sensatos.
Pra encerrar
Já estamos na última semana de novembro e não se vê, ainda, nada da “tradicional” decoração natalina pelas ruas e avenidas de São Luís. Tá na hora Prefeitura tirar do depósito aqueles “arames” em formato de adereços de natal com tubo de led, e cumprir com a brega decoração obsoleta de todos os anos, tipo aquelas nos postes da ponte Bandeira Tribuzi.
Inevitável?
Até o momento, os indicativos são de que o prefeito de São Luís, Eduardo Braide, tem mais possibilidades de se reeleger do que não se reeleger. A principal questão é a forma como isso vai acontecer. Se no 1º turno ou no 2º; se num processo eleitoral mais fácil ou mais difícil; se contra muitos oponentes de uma vez ou vários oponentes separados etc. A construção desse caminho gira em torno das escolhas dos seus principais adversários que orbitam em torno da candidatura de Duarte Jr. Há inúmeros caminhos pra se chegar ao inevitável. As escolhas definem os caminhos.
Erro
A busca por unir em torno de Duarte todos os possíveis concorrentes do campo dinobrandonista e transformar a disputa num plebiscito é uma aposta alta, onde essa turma só vislumbra o sonho da vitória sobre o prefeito, ignorando o fato de que quanto maior a aposta maiores os riscos em torno dela. A vitória pode ser grande, a derrota maior ainda, sem chances de redenção, com consequências a longo prazo inestimáveis.
Monstro
Ao vencer uma possível disputa plebiscitária contra Duarte Jr., sem chances de segundo turno, Braide estará colocando no bolso, com uma mãozada só, o ex-governador Flávio Dino e o governador Carlos Brandão; o vice-governador, Felipe Camarão; a presidente da Alema, Iracema Vale; os satélites do dinismo Rubens Jr., Bira do Pindaré, Carlos Lula, Ricardo Cappeli, além de todos aqueles ligados ao dinobrandonismo, direta ou indiretamente envolvidos com a campanha de Duarte ou em oposição ao prefeito, como o presidente da Câmara, vereador Paulo Victor. Estarão criando um monstro político, com consequências para 2026, 2028 etc.

Erro 2
Imaginar que uma eleição de dois nomes, neste caso o prefeito e um opositor, é uma eleição de escolha entre um nome e outro é também um erro. O eleitor não irá pra urna escolher se quer Braide ou Duarte. A escolha do eleitor é entre “sim” e “não” para o prefeito, se quer que Braide continue ou se quer interromper sua estada na prefeitura. . Tendo sido aprovada a gestão, a regra é que o eleitor opte por SIM, continuar com o prefeito. Se reprovada a gestão, o eleitor escolhe NÃO continuar. A escolha do NÃO pode invariavelmente beneficiar o opositor, seja ele quem for, Duarte, Neto; mas a escolha do eleitor é entre o SIM e o NÃO. Em regra, esse é o drive. Considerar a exceção é ingenuidade.
Estratégia
Sem outras candidaturas no processo eleitoral capazes de discutir de forma ampla questões sensíveis e mostrar ao eleitor de forma desnuda a gestão municipal, seus erros, as promessas não cumpridas, a tendência é de que não sobre outro nome senão de Eduardo Braide, submetido ao SIM e NÃO num cenário de alta aprovação, resultando numa reeleição relativamente tranquila contra um único adversário “pesado” e avaliado pelo opositor, por todo esse cenário, como o melhor a ser batido.
Rabo de olho
Os nomes que se apresentam no grupo dinobrandonista como possíveis candidatos são vistos com desconfiança por aqueles que pensam a candidatura de Duarte Jr.. É de se considerar que, primeiro, ninguém “engole” Duarte Jr.. Depois que quando um deles estiver na 3ª posição é hora de vaca desconhecer bezerro. Vislumbrando a possibilidade de chegar ao 2º turno, aquele que ocupa o 3º lugar mira no próximo acima dele, formando um duelo entre 3º e 2º lugar, deixando livre e limpo o céu para o voo de quem está na 1ª posição. Recorra ao passado recente e lembre da disputa de 2020 com Neto Evangelista partindo pra cima de Duarte Jr. Diz o ditado que passarinho não come pedra porque sabe o c* que tem. A turma em torno de Duarte teme exatamente esse cenário, por isso, quer tirar “aliados” da disputa. Falta confiança. Braide agradece.

Lote 10
Depois de dar de ombros para partidos durante todo o mandato, o prefeito de São Luís abre o pregão e começa a leiloar os espaços da gestão municipal com vistas à eleição do ano que vem. Braide é do tipo just in time, faz e desfaz as coisas na hora certa. Hora certa pra ele. Até agora contando apenas com seu próprio partido, o PSD, o prefeito entregou ao Republicanos o comando da SEMCAS. Anote, no entanto, que na “hora certa”, Braide vai tomar a secretaria. Mas, só depois da eleição.

Falando nisso
Qual destino foi dado à vice-prefeita Esménia Miranda? Foi apenas mais uma uma mulher negra da periferia usada na “hora certa” como amuleto para a eleição de Braide? Alçada ao cargo de secretária municipal de Educação, na “hora certa” foi retirada do cargo e relegada ao anonimato na gestão municipal. Até parece que a cidade nem tem vice-prefeita. O protagonismo de Esmênia foi apenas utilitário.

E nisso
De volta à normalidade, sem a necessidade de fingimentos de ideais, o pragmatismo político faz Eduardo Braide escolher o vice padrão. Pensando em disputar o governo em 2026, o prefeito deixará a prefeitura nas mãos do vice a ser eleito com ele em 2024. Desse modo, David Coldebella, titular da Semosp, amigo de confiança do prefeito, deve compor a chapa.

Elite
Alguém aí já notou que todo prefeito de São Luís faz “intervenções e melhorias” na avenida dos Holandeses? A cada mandato, a via é recapeada, asfaltada, sinalizada, ampliada. Localizada em área nobre, a Holandeses faz parte do trajeto do prefeito, ex-prefeitos, deputados, membros do judiciários e outros ricos da sociedade que mantêm residências, escritórios e negócios na avenida ou em seu entorno. Talvez essa seja a melhor explicação para tanta “preocupação”, a ponto de até o governador mandar fazer um viaduto sem real necessidade de prioridade na via, enquanto bairros afastados das áreas consideradas nobres enfrentam esgoto a céu aberto, pontes de madeira (ou nem isso), asfalto de papel…

Elite 2
Compare o tipo e qualidade na execução de obras nos bairros quando os gestores decidem assim fazer para dar a ideia de que também trabalham na periferia. Compare o Parque do Rangedor com a APA Itapiracó, compare coisas simples como o calçamento, a sinalização e a cerca. Compare a Praça do Foguetinho com qualquer pracinha na Cohab. Feitas de qualquer maneira, obras nos bairros são assim porque, julgam os gestores, onde não tem nada qualquer coisa serve. E, pior, é exatamente assim que povo desses locais recebe. Pra quem não tinha nada, ter uma pracinha, ter um calçamento ou local de atividades ao ar livre, por mais meia-boca que seja, é melhor que não ter. Triste.

Falando nisso
A Prefeitura de São Luís tem feito intervenções importantes nas avenidas da Capital. Mesmo que sejam obras já visando a eleição, não se pode negar sua importância. A ampliação de avenidas criando novas faixas só ainda não alcançou a avenida São Luís Rei de França, uma das piores vias. Será que Braide ainda não enxergou? Talvez se fosse um logradouro de moradia, de escritórios e de negócios de políticos e de suas famílias, já tivesse recebido inúmeros benefícios. E olha que a necessidade aumentou a partir da construção do Hospital da Ilha. É, quem nasceu pra ser Rei de França nunca será Holandeses.
Mistério no ministério
Quem é o servidor do alto escalão do governo Lula que pode ter cometido crime de falsidade ideológica ao declarar ter formação acadêmica que não tem? Segundo homem de um importante ministério petista, não há registro em nenhuma faculdade do país que possa comprovar que ele tenha diploma de nível superior, apesar de exibir o título de pós-graduado. Instado a apresentar comprovação de que seja formado, o tal diabo foge desesperadamente dessa cruz. Mesmo após protocolado um pedido via Lei da Informação, o ministério não apresentou, até o momento, cópia do diploma do servidor. Dizem que o ministro, seu chefe imediato, anda com o c* na mão com essa história, porque já haveria reincidência, haja vista o pupilo ter passado por outro cargo sob sua tutela cometendo o mesmo suposto crime. Eita, eita, eita. Que haja justiça nesse ministério. Au au.
Plantio
Uma foto do deputado Dr. Yglésio ao lado de Jair Bolsonaro em Brasília foi a semente para que jornalistas e blogueiros menos atentos divulgassem a informação de que o Dr. tem declarado o apoio do ex-presidente. Não tem, não. A única declaração é do próprio deputado que escreveu na postagem que “com o apoio do presidente Bolsonaro, nossa pré-candidatura (…) segue firme”. Cadê a declaração do “Mito”? Não tem. Mas, isso pouco importa para o deputado, que conhece o funcionamento limitado da cabeça do eleitor que pretende atingir. Nessa relação, há sempre um esperto e um otario. Yglésio sabe quem é quem.

Falando nisso
Apressaram-se em dizer que uma foto do deputado Duarte Jr. ao lado da presidente do PT teria sido uma reação à aparição de Yglésio com o Jair. Bobagem. Apenas uma coincidência no timing certo. Duarte não foi correndo fazer foto com Gleisi Hoffman, nem ao lado de Lula, por causa disso. Bobagem. Pura bobagem de quem já começa pensar em narrativa eleitoral de disputa entre bolsonarismo X Lulismo para 2024. Em São Luís, isso já se provou equivocado. Querem tentar de novo? Arrocha aí.

Cagada
Vice-prefeito da cidade de Parnarama, no inteiro do Maranhão, exibiu orgulhoso em suas redes sociais a entrega de um vaso sanitário para uma eleitora. Gilson fez questão de gravar um vídeo desse momento primoroso da política. Autopromoção e constrangimento de sobra.

Previsível
Conforme dito pelo Colunaço do domingo passado, a ação movida por PSD e PSDB, por suposta fraude à cota de gênero na eleição de 2022, que poderia anular votos e deixar alguns deputados sem mandato, não vai dar em nada. Com julgamento iniciado na última segunda-feira, o primeiro a escapar foi Neto Evangelista (UNIÃO), após o relator, desembargador José Gonçalo Filho, se manifestar contra a ação e a favor da manutenção do mandato. O sistema, ah! o sistema.
Faz o “L”
Em um ano, governo Lula gastou R$ 1 bilhão com viagens.

Faz o “L” 2
Sob o governo Lula, estatais federais voltam a ter déficit. O rombo projetado é de R$ 4,5 bi, e o governo diz que dinheiro sairá do caixa de empresas
Faz o “L” 3
Aos 93 anos de idade, José Sarney tem sido consultado por integrantes do Palácio do Planalto em diversos assuntos, como indicações para o Supremo Tribunal Federal (STF), para a Procuradoria-Geral da República e também para o Tribunal Superior Eleitoral. O velho oligarca maranhense, há muito esquecido, volta a ser como figura central em Brasília.

Destino
Familiares de Flávio Dino avaliam que a melhor escolha de vida do político é sua ida para o STF. Sob ameaças veladas, a vida do ministro da Justiça impõe uma rotina estressante e intranquila para si e sua família. Dino já nem cumpre mais seu “ritual” quando volta à capital maranhense nos finais de semana. Sem praia, sem shopping, Dino enclausura a si e àqueles ao seu redor numa redoma de medo. E com razão. Deformado pelo poder, Flávio não criou as melhores condições para ser aceito pelo Senado numa indicação presidencial para a Alta Corte, mas agora precisa correr atrás e garantir que Lula possa indicá-lo sem o risco de ser rejeitado pela Câmara Alta.
Órfãos
Torcida contrária fazem os filhos políticos de Dino, que enxergam um caminho mais tortuoso sem a presença do padrinho. No entanto, a vontade da família de sangue deve prevalecer na preferência do ministro. Apesar de parecer inabalável, Flávio tem lá suas fraquezas, de saúde, inclusive, que lhe exigem daqui em diante uma vida menos instável. Certamente que se fosse apenas por si só o julgamento de suas escolhas, enfrentaria essa loucura. Mas, sua família não quer isso.
Eu avisei
A cobrança do Presidente do Coren feita à comitiva que visitava ao Hospital da Ilha na última semana não pegou de surpresa o leitor mais atento do Colunaço do Cappêta. O alerta foi feito no última final de semana: o “Programa Cuidar de Todos” exclui do “cuidado” os trabalhadores que estão há sete anos sem reajuste salarial. Dr. Julinho, prefeito de São José de Ribamar, alertou em reunião da Famem que o Programa não passava de utopia e que existia coisas mais importantes a serem feitas. Parece que a razão persegue os sensatos.
Pra encerrar
Já estamos na última semana de novembro e não se vê, ainda, nada da “tradicional” decoração natalina pelas ruas e avenidas de São Luís. Tá na hora Prefeitura tirar do depósito aqueles “arames” em formato de adereços de natal com tubo de led, e cumprir com a brega decoração obsoleta de todos os anos, tipo aquelas nos postes da ponte Bandeira Tribuzi.
Sentiu
Só diz “ai” quem sente dor. A reação da trupe ligada ao ministro da Justiça, dos mais importantes aos menos significantes, formando coro em “defesa” de Dino pelas tribunas e redes sociais, é um atestado de que o político e seu grupo sentiram a pancada da extrema-direita a respeito da visita da “dama do tráfico” à sede do MJ em Brasília. O movimento é coordenado, não é voluntário, foi iniciado de cima pra baixo, e seguido pelo séquito dinista, com elogios ao ex-governador e “atestados” de sua seriedade, etc, etc, blá-blá-blá. O movimento, no entanto, evidencia um comportamento típico de manada, mostrando que não existe gado de político só de um lado do espectro ideológico. Mugiu, já sabe que é gado.
Tolice
Dino pode ter incontáveis defeitos (e os tem), não é infalível (mas age como se fosse), no entanto, seus opositores só entram errado. Promover ataques ao ministro com narrativas tolas de que Dino e o seus comandados teriam alguma ligação com facções ou organizações criminosas é de uma canalhice tamanha, e de uma idiotice grotesca, que só cabe na mente limitada de adorador de mitos e terraplanistas. Pior que colou e o ministro sentiu o golpe.
Tá certo
A decisão de Dino de não exonerar assessores que receberam a “dama do tráfico” está certa. Não há nenhuma razão objetiva, até aqui, para que o ministro ceda às pressões vindas da claque bolsonarista. Até onde se sabe, não houve cometimento de crime, nenhum benefício a criminosos, e, de fato, Dino sairia desmoralizado de tomasse alguma decisão de demissão baseada no “nada” e na gritaria histérica de opositores. Esse é o tipo de situação que, ao final, pode até deixar o ministro mais forte e blindado da próxima narrativa terraplano-bolsonarista.

Tá certo Dinovo
O ministro da Justiça disse que a partir deste sábado (18) será permitida a entrada de garrafas de água de uso pessoal em espetáculos. A portaria editada diz ainda que as empresas produtoras de shows com alta exposição ao calor deverão disponibilizar água potável gratuita em “ilhas de hidratação” de fácil acesso. A decisão vem após o caos no show de Taylor Swift, no Rio de Janeiro, que resultou, inclusive, em morte. Caso está sob investigação.
Corda Bamba
A semana começa apreensiva para alguns deputados do Maranhão. Nesta segunda-feira (20), tem início um julgamento que pode anular todos os votos obtidos na campanha eleitoral de 2022 dos seguintes partidos: UNIÃO BRASIL, PSC, PODEMOS e PROS. Se for aceita pela Justiça a tese de fraude à cota de gênero alegada pelo PSD e PSDB, autores da ação, poderão perder os mandatos os deputados Neto Evangelista, Leandro Bello, Fernando Braide, Júnior Cascaria e Wellington do Curso.
Previsão
De um jeito ou de outro, nenhum dos deputados implicados na ação judicial movida por PSD e PSDB perderá o mandato. Mesmo que haja condenação nesse sentido, os recursos se estenderão até o fim desta legislatura, o que, na prática, fará com que todos concluam seus mandatos. o Colunaço tem tanta certeza disso que aposta com qualquer um. Só se a gente não conhecesse o país que vive e o modus operandi de certa casta de “deuses” neste país. Dinheiro na mão, calcinha no chão.
Diário de um banana
Outro dia, tinha um conhecido agitota empresário do mercado financeiro paralelo, que já foi preso inúmeras vezes, arrotando que na última vez que passou pela cadeia havia era fila de sobrinhos e prepostos de magistrados oferecendo sua soltura por algumas moedas de ouro. “Teve até leilão”, gabou-se o “bananão”. Segundo conta, os pedidos começaram em R$ 3 milhões, mas no final, a soltura saiu por apenas R$ 150 mil. O cabra falou pra todo mundo ouvir que não tem mais medo de cadeia enquanto tiver dinheiro pra comprar e desembargador pra vender sentença. “E dinheiro eu tenho”, debochou. Se tudo que ele contou for verdade, isso que é um híbrido de banana prata resistente.

No escuro
Como o destino é debochado. Faltou energia durante o depoimento de Max Xavier Lins, presidente da Enel, na Assembleia Legislativa de São Paulo, na última terça-feira (14). Uma CPI investiga as atividades da empresa responsável pelo fornecimento de energia naquele estado, que sofre com apagões e constantes interrupções no fornecimento há vários dias. O episódio pareceu ser de um filme de comédia.

“Erro técnico”
E o TCE-MA que não sabe a diferença entre Escola de Tempo Integral” e “Educação de Tempo Integral“. Parece a mesma coisa e pode até ser fruto de confusão para leigos. Mas daí uma Corte de Contas tratar as duas coisas como sinônimas para, por exemplo, tomar decisões e fazer julgamentos, é bem diferente. O “erro técnico” só pode ser cometido se tivermos gente leiga ocupando cargo de conselheiro do TCE por indicação amiga, por ser sobrinho de governador, por ser pedra de tropeço eleitoral, por conveniência política, por vitaliciedade de emprego. Ops…
(IN) Segurança
A Segurança Pública se configura por um eterno embate entre o Estado e o Crime, forças que mantêm constante pressão uma contra a outra. Ao agir passivamente, uma permite que a outra avance. Ao agir com mais intensidade, uma avança sobre a outra. O ideal é que as forças não sejam proporcionais, tendo o Estado uma vantagem nesse embate. O retrato do Maranhão, atualmente, com assassinatos diariamente, roubo a motos, assaltos na Capital e no interior, tráfico descontrolado, sequestro de motoristas, mostra que há, no mínimo, uma passividade do governo, permitindo que o crime avance sobre a sociedade.
Educassão
Sem transporte escolar, alunos não conseguem chegar à sala de aula no interior do Maranhão. Após um ativo trabalho do secretário Felipe Camarão no governo Dino, a Educação no estado parecia tomar um novo rumo. Escolas construídas, reconstruídas e/ou reformadas, entre outras iniciativas que pareciam colocar o ensino em outro rumo. Hoje, tendo sobrado apenas algumas escolas bonitas. E não é isso que faz o ensino, quiçá ensino de qualidade. O que adianta ter escola bonita se o aluno sequer tem como chegar nela?
Falando nisso
Como é que Felipe Camarão se sujeita a ainda estar como secretário de uma Pasta onde perdeu completamente o poder? Onde sequer tem o controle financeiro? Camarão é maior do que isso. O vice governador tem tamanho, competência, envergadura política suficiente para não se submeter a ser secretário só de fachada. A Seduc de hoje não é a mesma do governo Dino. Felipe sabe disso, e, por isso mesmo, o questionamento se faz necessário: por quê? Camarão não merece ter jogado fora e enterrado o que fez quando era, de fato, secretário. É forte, é duro, pode entrar em negação, mas é a verdade.
Erro gigante
A turma por trás da candidatura de Duarte Jr. para prefeito de São Luís não sabe o tamanho do erro que comete ao achar que uma eleição plebiscitária contra Braide é um bom caminho. Há tantas camadas a serem descascadas sobre esse assunto que vamos deixar para as próximas edições.
Mais do mesmo
O prefeito Eduardo Braide age igual qualquer prefeito que já tenha passado pelo Palacio La Ravardiére: aposta em obra de asfalto no último ano antes da eleição. A estratégia parece certa porque o próprio eleitor acostumou-se a se entregar de bandeja, como um otário, para qualquer prefeito em busca de reeleição. Agora mesmo, a Justiça freou uma licitação de quase meio bilhão de reais que seria realizada por Braide para contratação de asfalto. O juiz alegou que o certame possuía ilegalidades em seu processo e ausência de justificativa. Bem, o Colunaço sabe a justificativa: próximo ano tem eleição.

Será?
O Colunaço ficou sabendo que tem um secretário que está balançando no cargo por não entregar o percentual de 30% na redução de custos com insumos e terceirizados. Será que tem tinta na caneta do Braide pra isso?
No money
Mais da metade do mês de novembro e nada de cair na conta o salário dos profissionais da Maxtec, empresa que faz a higienização dos hospitais da Secretaria Municipal de Saúde. Dizem que atraso no pagamento é raro mas acontece sempre. 🤨
Stop
Enquanto isso, Sindicato dos Trabalhadores de Asseio e Conservação de São Luís ameaçam paralisação para esta segunda-feira por causa de atrasos constantes nos pagamentos de salários. O secretário de Saúde da Prefeitura de São Luís, Joel Nunes, tá só se queimando com promessas de resolver o problema dos trabalhadores, mas, ao que parece, sem autonomia ou condições de resolver de fato.
Falando nisso
Quando é que a Empresa Estadual de Serviços Hospitalares vai responder ao Pedido de Acordo Coletivo protocolado em sua sede? Alguém precisa avisar urgente ao Secretario Thiago Fernandes que o único eixo que falta ser anunciado no programa “Cuidar de Todos” é o eixo Salarial. Secretário, é preciso cuidar do Trabalhador que está com o salário congelado há 7 anos, viu?
Faz o “L”
O governo do presidente Lula não vai pagar “13º do Bolsa Família”. É só isso mesmo esta nota.

Prepare-se
O governo Brandão quer arrecadar 11 bilhões de reais com Imposto Sobre Circulação de Mercadorias e Serviços em 2024, valor 1,3 bilhão maior que em 2023. Seguuuuuura!